VBCOAP 155 SR – A opção T5-52

Após a publicação do artigo “VBCOAP 155mm SR – As primeiras propostas foram entregues” a empresa responsável pela proposta do obuseiro autopropulsado T5-52 no projeto VBCOAP 155 SR, a CSD – Componentes e Sistemas de Defesa, localizada na cidade de Araucária (PR),  nos procurou e enviou os seguintes esclarecimentos:

A proposta do T5-52 Sul Africano, foi apresentada pela CSD – Componentes e Sistemas de Defesa S.A., uma empresa 100% brasileira, Estratégica de Defesa, com 4 parques industriais no Brasil e que figura nessa concorrência como ‘prime contractor’.

Em 2023 a CSD firmou uma parceria com a DENEL, que possibilita a transferência de tecnologia dos principais sistemas e componentes do T5-52, bem como a montagem no Brasil em nossa matriz industrial no Paraná, a partir do segundo lote, após a aprovação das duas primeiras unidades.

Essa parceria possibilita ainda a fabricação de partes e sistemas no Brasil. Caso o Exército Brasileiro tenha interesse em ampliar o percentual de nacionalização na obtenção desses sistemas a empresa está em condições de atender essa situação, devido a CSD ser uma das poucas empresas de defesa no Brasil com parques industriais com considerável capacidade e know-how de produção de componentes em larga escala no segmento metal mecânico e outros.

 Um ponto de grande destaque no contexto geopolítico atual é que a DENEL e o Governo Sul Africano, ao contrário de outras empresas, não está obrigado a submeter o fornecimento de equipamentos e tecnologias a processo de aprovação do ITAR americano ou europeu, não correndo o risco de no futuro ter embargos para atualizações ou fornecimento de componentes. É importante ressaltar a relevância para o Exército Brasileiro de possuir uma empresa nacional plenamente capaz de manter a sua cadeia de fornecimento caso precise produzir no Brasil, o que não acontece com outros meios das Forças Armadas, hojeparados ou com limitações operacionais, por dificuldades e elevados custos de manutenção e atualização.

Outro ponto latente para ser analisado é que atualmente a CSD tem condições de produzir munições de 155mm M107, com capacidade de escala industrial e já está iniciando projetos para novas linhas de munições de 155mm de alcance estendido, totalmente independente de grupos estrangeiros ou suas aprovações governamentais, o que pode tornar o Brasil autossuficiente em suas demandas por munições.

Esse projeto conta ainda com o suporte de outras empresas nacionais da BID para sua concepção, como OCELLOTT e outras, que em caso de escolha do T5-52, absorverão tecnologias desse sistema e ainda integrarão totalmente essas a outras tecnologias nacionais.

Em destaque, nossa parceria com a DENEL possibilita ampliar a venda desses sistemas montados no Brasil para outras nações, fortalecendo nossa BID.

Essa possibilidade de comercialização fora do Brasil é uma condição que outros sistemas apresentados nesta concorrência dificilmente possibilitarão.

Quanto a questão da produção seriada, cabe destacar que o T5-52 é um sistema posto totalmente operacional em 2011, com testes realizados e concluídos na África do Sul e Paquistão, conforme comprovado na proposta e atualmente em negociações avançadas para o fornecimento a outras nações.

Cabe destacar ainda que, o T5-52 é um sistema G5 e G6, já em TRL9 e produzidos em larga escala para várias nações, porém introduzido em um caminhão Tatra T815. Ou seja, todos os sistemas e componentes, conforme comprovado na proposta, são ‘produtos de prateleira’, produzidos e utilizados há anos, somente sendo transferido para um caminhão ao invés de rebocado ou instalado na plataforma do blindado pesado G6.

Por fim, enfatizamos que a proposta da CSD não é só a venda de um sistema de artilharia estrangeiro para o Exército Brasil, mantendo-o dependente de outras nações para sua manutenção e operação, mas sim a possibilidade de produzir esses sistemas no Brasil com total transferência de tecnologia e fortalecimento da Base Industrial de Defesa.

Em oportuno, gostaríamos de ressaltar a nossa relação com os nossos amigos da DENEL e do Governo Sul Africano, que estão fortemente engajados nesse projeto, sem qualquer restrição ou imposição de dificuldades.

Finalizando, agradecemos a todos que torcem pela BID brasileira e, nós da CSD, aguardamos otimistas o resultado da primeira fase deste RFQ, tendo plena convicção que, fizemos nosso melhor para ofertar ao Exército Brasileiro uma proposta realista, viável e que não só possibilita o fornecimento de um sistema moderno de artilharia, mas a capacidade de autossuficiência em sua manutenção e produção de munições”.

O SISTEMA

O sistema T5-52 foi revelado em 2002, sendo uma evolução do T5-45 Condor, com 155 mm e 45 calibres, está sendo oferecido com uma plataforma Tatra T815 8X8.

O responsável pela proposta enfatizou fortemente que o obuseiro de 155 mm e 52 calibres dispara munições a mais de 60 km (como demonstrado em testes realizados no Alkantpan Test Range, com granadas Rheinmetall VLAP, em agosto de 2023), tem capacidade de utilizar tanto as modernas munições de alcance estendida e guiadas quanto as antigas M107 (atualmente em uso no Exército e fabricadas no Brasil) e que possui um sistema de carregamento semiautomático, com capacidade de oito disparos por minuto.

Lembrando que a questão da citada “produção seriada” tem sua decisão a cargo dos avaliadores do programa.

Durante testes, em 2023, o T5-52 conseguiu atingir um alvo a 60,9 km (Imagens: CSD)

 

 

N. da R:

Tecnologia & Defesa agradece a CSD pelo envio dos esclarecimentos, imagens e informações e se coloca à disposição de todas as empresas que estão participando deste importante projeto do Exército Brasileiro.

 

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Comentários

30 respostas

    1. parabéns pela matéria parabéns para a empresa paranaense. desejo que consiga essa produção para o Brasil. gerando empregos melhor horário de tecnologia no nosso país. faltou uma coisa muito importante a não dependência estrangeira. lembrando do fato Malvinas…

  1. muito interessante para nosso exército, pois é a evolução de um produto já testado e aprovado, e ainda vem com a possibilidade de motegen em nosso território e um mesmo que pouca, transferência de tecnologia, o que seria bastante importante para nosso parque industrial, e a contratação é especialização da nossa mão de obra, basta ao exército fazer um pedido mais robusto, o que claro depende do nosso orçamento. resumindo, proposta interessante!

    1. Os sul-africanos já detiveram o record nundial de alcance nos 155mm. São muito bons nassa área.
      Excelente parceria se for levada a efeito essa proposta, mesmo porque o transportador do T5-45, utiliza o chassi Trata. Poderia ser utilizado o tranasportador desenvolvido paoa o “Tuoã” da Avibras que utiliza o mesmo chassi, propiciando a padronização no Exército Brasileiro e uma família de produtos blindados destinados à exportação.

  2. proposta tentadora, 2 grandes diferenciais em produzir em território nacional e com tecnologia própria nacionalizada.

  3. que seja tudo produzido no Paraná!! Paraná, terra próspera e abençoada!! A Tatra já está instalada em Ponta Grossa, ventos favoráveis.

  4. Muito interessante, porem claramente o tempo de “parada” ate o primeiro disparo é claramente muito alto. este sistema nao foi projetado para ser “ligeiro”. Porem o senário sul-americano nao é comum ver radares de “contra baterias” logo esse sistema cairá bem.

    O Mias inteligente sira nacionalizar e aperfeiçoar e quem sabe no futuro uma segunda versão voltada a tiro e deslocamento rápidos.

    1. Não houve demora no primeiro disparo por motivos tecnológicos. Como era só uma demonstração, esperaram pelas confirmações que a linha de tiro estavam limpas, ou só não estavam com pressa mesmo. Se fosse combate pra valer ia ser uma verdadeira chuva de chumbo.

  5. “Lembrando que a questão da citada “produção seriada” tem sua decisão a cargo dos avaliadores do programa”….agora nos entendemos sobre o meu comentário dos sistemas indianos…rs…um protótipo/sem produção seriada poderá ser avaliado se os riscos forem mensurados e o Brasil fizer parte do programa em prol da independência de tecnologia, fica claro que a empresa mostrou o coringa e apostou um “tudo ou nada”, pois não tem esse requisito…abraço

  6. Uma excelente noticia. Não é e nem era o favorito no programa, porem isso muda todo o jogo. Produzir localmente, com Transferência de Tecnologia e não “depender” dos EUA e Europa faz a diferença. Essa produção aqui em nosso pais nos daria um salto tecnológico como ja tivemos em outros programas, seria mais uma vitoria.
    Torço para que isso aconteça.

  7. a cada disparo eu vi que é preciso ser reposto a munição manualmente,ou eu estou equivocado???
    se for creio que precisam pensar em uma forma de carregar manualmente , más um número maior de munição, uma a uma a cada disparo ninguém merece né!!!

  8. Bom, os requisitos do EB neste processo, tal como foram escritos, a meu ver, são claramente um direcionamento no sentido de escolher propostas e sistemas já eleitos previamente dentro da força.
    Mas, obviamente que a proposta acima é um divisor de águas, uma vez que a interpretação da limitante sobre o não aceite de “protótipo” também se aplica a outros produtos que até o momento não se apresentaram na concorrência ou o foram da mesma forma que o obuseiro sul-africano.
    Por fim, o T5-52 nada mais é que um sistema G5\G6 modernizados e montados sobre um caminhão. Dizer que que ele é um protótipo apenas porque está montado sobre veículo motorizado sobre rodas chega a ser uma retórica esdruxula, já que se trata de sistemas amplamente provados, em uso operacional e produzidos tanto para a África do Sul como outros países.
    A questão do custo deve ser observada, visto que são poucos destes sistemas em operação tanto no país de origem como exportados.
    Por outro lado, a adoção do T5\52 abre a possibilidade também da adoção dos demais obuseiros da Denel, como o próprio G-5\2000 e o G-6\52 dentre outros, já que o EB tem RO emitidos para novos obuseiros AR 155mm e 105mm.
    Lembrar que uma possível cooperação com a Denel neste certame pode levar a desdobramentos em outros campos onde a empresa já possui produtos e soluções que são cabíveis aos programas estratégicos do exército.

  9. “Em 2023 a CSD firmou uma parceria com a DENEL, que possibilita a transferência de tecnologia dos principais sistemas e componentes do T5-52…”

    É justamente nessa frase que eu, como o presidente da república (caso fosse), aplicaria um capital bonito nessa empresa e gostaria que ver esse sistema construído em nosso território. É uma oferta muito tentadora, de fato, mas o que ditará a escolha, ou não, desse sistema, é se o EB está precisando “para ontem” ou se pode aguardar mais um pouco. Pela situação atual e mudanças em nosso TO, a meu ver, enxergo que o EB quer o sistema “para ontem”, já comprovado, consolidado e testado por outros países.

    “Tudo bem EB. Vocês querem um produto já comprovado, consolidado e testado? Podem ter, sem problema algum. Entretanto, nós também teremos o nosso próprio, construído em nosso território.” Assim que eu diria.

    1. Foi exatamente com esta mentalidade que enterramos uma grande quantidade dos poucos recursos que temos em projetos que não deram em nada e que não saíram do papel, como o A-Darter (que coincidentemente com a Africa do Sul), que não era um “um produto já comprovado, consolidado e testado” e até hoje não o é!!!
      Ainda bem que esta nova geração do EME é muito mais pragmático e responsável, por isso acredito que eles levarão em conta os pontos que realmente importam…

      1. Bom dia, quanto o apontamento da A-DARTER é um tanto equivocado, devido o míssil estar entrando em faze de teste operacional na Africa do Sul, sua certificação de primeiro lote de linha de produção se exercerá esse ano.

        Cabe ressaltar que aqui no Brasil o A-Darter não seguiu, devido a falta de recursos e interesse para seguir o projeto, bem como o problema com a Odebrecht Defesa devido a Lava Jato que, era proprietária da Mecton, desenvolvedora do míssil no Brasil.

        Quanto a questão do pragmatismo, entendo que, como nação devemos escolher comprar produtos de prateleira, dependendo de outras nações para sua operacionalização ou adotar uma estratégia mais próxima da India por exemplo que, obtém sistemas estrangeiros de defesa, desde que, exista projetos robustos de nacionalização.

        1. Cristiano, eu conheço bem a história do A-Darter e toda sua problemática, mas minha citação serve para demonstrar os riscos inerentes a um programa deste tipo, todavia, como disse antes, confio no pragmatismo e responsabilidade dos avaliadores do programa, e tenho certeza que tomarão a melhor decisão no momento.

        2. O a-darter teve seus testes concluídos fazem mais de 5 anos.
          E logo na sequência a FAB afirmou que preteriu o míssil em favor do iris-t.
          Salvo engano, acredito que teve até um evento referente a conclusão do desenvolvimento.

      2. Por essa razão, digo que o prodoto pronto e testado pode ser combinado em parte com outro produto pronto e testado (transportador da avibrás) que originou o projeto obus autopropulsado “Tupã”, objetivando a padronização do meio de transporte e nacionalizando o que é possível, criando com o “Astros” uma família de veículos militares, inclusive para a exportação.

  10. Alô militares que estão com o projeto VBCOAP nas mãos. Vamos? Bora? Chegou a hora! Não deixem passar essa oportunidade. Por mais que se leve um tempo, precisamos nos nacionalizar mais e essa proposta é muito tentadora. Vamos apoiá-los? Eu apoio! Vamos senhores.

  11. Paulo Bastos, você “provavelmente” é o brasileiro mais bem informado no setor. Nós somos talvez a última geração dos “nacionalistas caretas”, notícias assim, com possibilidades de “Made in Brazil” nos deixam extremamente felizes. Nos dê uma dica das reais possibilidades deste sistema, sabemos das confidenciais , mas é apenas uma luz. T5/52 tem qual percentual de chances?

    1. Vamos aguardar até o dia 08/03, no máximo, para ver suas reais chances.
      Agora sobre ser “brasileiro mais bem informado no setor”, a história não é bem assim 😀
      Sou apenas alguem que procura fazer as perguntas corretas para as pessoas certas 😉

  12. Bastos , excelente cobertura deste projeto crucial para a Arma de Artilharia .
    Em um dos comentarios acima – do Flavio Carvalho – indica :”EB tem RO emitidos para novos obuseiros AR 155mm e 105mm” .
    Vc tem mais informações a respeito ? De alguma forma o programa VBCOAP 155 SR vai abrir a possibilidade de substituição dos já vetustos M101 e M114 ?
    Aqui no site tenho acompanhado as discussões de compra de mais unidades do L119 Light Gun e M198 dos estoques americanos , inclusive vc já havia me respondido que a compra de M198 não avançou devido a quantidade de unidades disponíveis nos estoques americanos não era adequada as necessidades do EB .
    Obrigado !

    1. Estou acompanhando a questão dos obuseiros autorebocados (Ob AR), tanto sobre a ótica do EB, quanto das empresas proponentes, e este ainda está na fase de estudos. Este tema será abordado por T&D mais a frente, quando o projeto estiver em um estágio mais avançado.
      Só uma observação, ainda não foram definidos os requisitos (RO e RTLI) dos Ob AR, mas sim suas concepções integradas, publicada nas portarias EME 1.140 e 1.141, de setembro de 2023, bem como alguns estudos de aquisição de licença de produção, dentro do Subprograma Sistema de Artilharia de Campanha (SAC), do Programa Estratégico OCOP.
      Alguns proponentes do Projeto VBCOAP 155 SR devem oferecer Ob AR de 105 e/ou 155mm (ou sua licença) como forma de tornar a proposta mais atrativa, por isso o tema deverá ser tratado mais fortemente somente após a assinatura da aquisição das VBCOAP.

  13. Dos concorrente apresentados até aqui, até onde possa saber, as empresas que podem eventualmente oferecer tanto obuseiros AR 105mm e 155mm são Nexter com o LG-1 Mk III e o TRF-1, além da Turquia com o Panther e o Boran, respectivamente, 155mm e 105mm, da MKEK. Os turcos vão entrar com o Yavuz, enquanto franceses tem o seu Caesar.

    Os indianos teriam um obuseiro 105mm também, mas só conheço a versão oferecida sobre um veículo 4×4 para uso em regiões de montanha daquele país. Eles operam também, salvo engano, os L-118 Light Gun britânicos, do qual aparentemente originou-se o produto deles. Mas até agora não houve nenhuma proposta indiana para o EB na concorrência da VBCOAP SR de público.

    A Denel teria o G-7 em 105mm, mas que passa das 3 ton, e nunca chegou a ser fabricado, nem para a África do Sul. Existiu uma proposta para uma versão mais leve, que também não passou disso, sem conseguir interessados.

    Quem conseguir oferecer a melhor relação custo x benefício para o exército dentro do que está proposto nos requisitos para a VBCOAP SR, e isto está bem claro nos RTLI, em termos de off set e transferência de tecnologia, oferecer obuseiros AR 105 e 155 como parte da proposta é certamente de muito interesse.

    Por enquanto são 54 obuseiros AR 105mm e 48 obuseiros 155mm, tal como publicado. Mas as coisas podem ser diferentes a depender das ofertas para a VBCOAP SR. Afinal, as empresas não estão cerceadas por estes números. O EB aceitar o que será proposto é outra coisa. Tudo tem um custo.

  14. Muito interessantes estes esclarecimentos da CSD. Entendo que sua proposta é grandemente diferenciada, não só devido ao alto indice de nacionalização – porque o veiculo é um TATRA tambem fabricado no Parana e o canhão em si (baseado em projeto longamente testado na Africa do Sul) que seria aqui fabricado – mas também pelo fato de incluir a produção de munição 155mm! A grande procura desta munição no mercado internacional (logicamente em decorrencia das guerras em curso…) por si só pode representar um indicio da viabilidade economica da proposta, garantindo ao EB que o fornecedor poderá cumprir com suas responsabiidades contratuais…

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