VBC Cav 8X8, Exército divulga o cronograma de entrega

47
6042

No dia 24 de agosto, o Comando Logístico (COLOG) do Exército Brasileiro (EB), enviou às empresas participantes do projeto de obtenção da viatura blindada de combate de Cavalaria – média sobre rodas (VBC Cav) um refinamento dos dados já obtidos através de requisição de informações e requisição por cotação preliminar inicial (request for information – RFI / request for quotation – RFQ), do edital de consulta pública nº 01/2021-COLOG, de 05 de março de 2021, para subsidiar a elaboração das propostas, bem como realizar seu orçamento estimado.

Ficou decidido que o projeto terá com objetivo obter 98 viaturas, até 2038, sendo duas para o lote de amostra e sete destinadas ao lote de experimentação doutrinária (LED), com as entregas realizadas conforme cronograma abaixo:

Ano

Quantidade

Observação

2022

02

Lote de amostra, adquiridos diretamente do fabricante

2024

06 (*)

LED, adquiridos diretamente do fabricante

2025

06

Adquiridos diretamente do fabricante

2026

06

Adquiridos diretamente do fabricante

2027

07

Produzidos em território nacional

2028

06

Produzidos em território nacional

2029

06

Produzidos em território nacional

2030

06

Produzidos em território nacional

2031

07

Produzidos em território nacional

2032

06

Produzidos em território nacional

2033

07

Produzidos em território nacional

2034

07

Produzidos em território nacional

2035

08

Produzidos em território nacional

2036

08

Produzidos em território nacional

2037

08

Produzidos em território nacional

2038

02

Produzidos em território nacional

(*) Ainda esta sendo definida se a sétima viatura do LED será produzida ou aproveitada do lote de amostra.

A produção em território nacional se refere à montagem de kits em regime CKD (“completely knock-down”), e isso pode facilitar a utilização de programas de financiamento dos países produtores, como o Foreign Military Sales (FMS), do Governo dos Estados Unidos.

Com o sistema de montagem no Regime CKD, o LAV 700 FSV 105, da General Dynamics Canadá, poderá se beneficiar com o FMS (imagem: internet)

As duas viaturas do lote de avaliação e seus sistemas integrados (sistema de armas, optrônicos, comando e controle), indicados pelo EB, serão submetidos a um processo de avaliação pelo Centro de Avaliações do Exército (CAEx), em sua configuração final, com todos os seus sistemas, incluindo a proteção balística, operando de forma plena, possibilitando a verificação dos requisitos técnicos estabelecidos.

Todas as quantidades após o lote de amostra (duas viaturas) e o LED (sete) são previsões iniciais, a serem confirmadas de forma oficial com antecedência a ser acordada entre as partes, e dependente da disponibilidade orçamentária, poderão ser alteradas, sendo que o EB pretende adquirir lotes adicionais até um total de até 221 viaturas.

O Centauro II, da CIO, além de ter sido desenvolvido desde o inicio para a função que o EB deseja, foi único candidato que apresentou na consulta pública a opção de armamento 120 mm, o que é um grande diferencial (Imagem: CIO)

A previsão é que a definição do modelo escolhido ocorra no final deste ano ou no início do próximo.

 

Copyright © 2021 todos os direitos reservados

Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou transmitida em qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônica ou mecanicamente, exceto nos termos permitidos pela lei, sem a autorização prévia e expressa do titular do direito de autor.

47 Comentários

  1. Tendo por base os pedidos já fechados com a Iveco, além de ser o único concorrente com canhão 120mm, aposto todas as fichas no Centauro II.

      • Grandes chances de ser o C II.
        Um contrato desses não sai por menos de US$ 1 bilhão, ter a estrutura pronta da Iveco no país para a produção é ponto chave, pode baratear o projeto.

  2. Ótima notícia
    Bom d+ quando se cumpri o cronograma de um projeto e nos.. pagadores de impostos e entusiastas ficamos como? 🙂

  3. Eu já havia visto esse cronograma no site do SGEX. Até 2038 os sistemas das torres terão mudado bastante ao longo do tempo. Vamos ter então uma salada de torres?? Os fabricantes não vão manter uma linha de produção para atender uma quantidade tão pequena.

    • Acredito que a ideia do EB seja capacitar a indústria nacional na produção desse tipo de veículo, e também o fato do Exército estar tocando vários projetos estratégicos e que pelo visto todas as atenções estão viradas ao Nova Couraça. O progresso mesmo que lento é melhor do que parado.

    • É melhor isso do que nada, concorda? O cronograma de quantidade anual pode ser mudado de repente; entra aí a questão orçamentária. Olhando para o cronograma atual, está bom para o começo de algo que éramos pra ter anos e anos atrás. Além do que o Brenno citou, a produção nacional não é tão simples assim. Leva-se tempo para adquirir toda a expertise.

  4. O Cronograma vai acabar 2 anos antes do Guarani achei muito longo para apenas 98 unidades, 15 Anos ate lá nossos cascavéis modernizados vão está beirando os 60~70 anos de serviço.
    Espero que não sigam a mesma linha no Nova Couraça se não os Leopard vão ter que ser canibalizados ate os novos chegarem.

    • Vai custar caro pra entregar em tanto tempo. O reajuste vai custar mais do que o blindado em si nas unidades finais.
      Mas esse é o orçamento que o congresso dá na LOA. Promete 200M e entrega 80M. Aí tem que já planejar cortando.

      Qualquer reclamação, na minha opinião, deve começar por seu deputado ou senador.

      O problema é a perenidade do orçamento. Quando uma compra dessas é aprovada, ela deveria ter recurso perene até a última entrega. 100% dos contratos militares sofrem por que entra fundo eleitoral e sai o projeto estratégico. Com a bola rolando.

      • Exato Bille. Os “especialistas” esquecem que quem define o orçamento disponível para as Forças Armadas é o poder político e mesmo assim, ao longo do tempo de um programa, tal orçamento sofre cortes.

        Ao invés de reclamar com os políticos no Congresso Nacional reclamam de quem faz o que pode com o orçamento que lhes é disponibilizado.

        Nunca vão aprender isso.

        • Na verdade, a grande maioria ainda não aprendeu que os verdadeiros culpados pelo modus operandi do congresso nacional é a própria população. Somos nós que formamos a casa.

          Os péssimos hábitos existentes em grande parte da população comprometem toda a cadeia de administração pública. A não avaliação do histórico, currículo dos candidatos e os projetos propostos é o pior deles. Mas existem outros, como deixar para escolher candidatos já próximo ao Dia D e não ter uma consciência política independente, ou seja, não fazer parte deste mundo de polarização extrema, agindo como gado de rebanho de um único dono.

          E isto, devemos ensinar desde de cedo para nossos filhos para que na geração de nossos netos o problema esteja amenizado. Nosso país tem um sério problema com planejamento a longo prazo.

          Referente a matéria, muitos a apontam o VBC Cav 8×8 como sucessor do Cascavel. Mas pela quantidade adquirida do primeiro, acredito que o segundo continuará por um bom tempo na ativa complementando a nova escolha. Bastos, como se dará esta composição?

        • Eu como gestor, me viro com o orçamento imposto pelo financeiro da empresa e tenho que entregar resultado, fazendo melhorias na operação e investimento CAPEX, e entrego o resultado. Será que você também não poderia aprender isso?
          Aceitando ou não, as FA tem o terceiro maior orçamento e ainda não é suficiente? Aí vai falar que o orçamento está incluindo pagamento de pessoal, mas respondo o seguinte: em uma empresa privada, se for necessário, cortamos no QLP, não poderia ser feito isso nas FA?

          • “…orçamento imposto pelo financeiro da empresa…”

            Concordo. Mas como órgão ou setor público, o foco é o self-serving, ou seja, com objetivo inicial o próprio custo e como secundário a melhoria na eficiência do serviço prestado. Mudar este hábito é dos mais difíceis.

            “…cortamos no QLP, não poderia ser feito isso nas FA?”

            Acredito que as FA poderiam seguir o caminho de algumas empresas de economia mista (público privada) e criar um processo de PDV.
            Demanda um investimento inicial elevado, mas é possível alcançar o objetivo de redução do efetivo em curto prazo. Mas para isto, além de focar o PDV principalmente em oficiais, é necessário todo uma readecuação na administração interna e nas escolas de formação (não adianta dispensar e manter a formação de mesmo número de oficiais).
            O problema é que existem outras questões que continuam existindo e, somado a todos os gastos “superfulos”, impactam razoavelmente no orçamento. Um exemplo é a questões dos “marechais” nomeados recentemente. É normal a aposentadoria com um grau acima da patente atual? É, mas correto? Não. Basta ver se isto existe em outros setores, seja no público ou privado.

    • Ate entendo que o EB faz o que pode com o orçamento que tem ainda mais com os diversos cortes ano após ano, Espero que a economia de uma melhorada e mais para frente comprem lotes adicionais e que ate o fim em 2038 seja adquiridos ao menos 70% das 221 pretendidas.

  5. Tanto tempo que até duvido se o programa de obtenção será concluído. Quantidades previstas tão pequenas que parece até ser de caças.
    Para mim, o foco deveria ser as versões do Guarani e a modernização dos leopard, me parece também que não serão concluídos como inicialmente planejados.

  6. São 16 anos para 98 unidades?
    Sinceramente…a cada ano que passa as coisas só pioram! Que país medíocre que vivemos. Desculpem o desabafo, mas é vergonhoso um país do nosso tamanho com dificuldade para ter ao menos uma força blindada mesmo que enxuta, porém moderna! Deem uma olhada nas Forças blindados de Chile e até mesmo Venezuela…triste isso.

    • Esse aí é daqueles que querem:

      1000 MBTs
      2000 8×8
      4000 Gripens
      20 porta aviões
      200 fragatas

      Eu nem veio mais a comentários de sites de defesa por isso. E ainda tem coragem de comparar com Chile e Venezuela.

      O programas do Brasil não são perfeitos, mas não existe comparação de nossos projetos nos últimos 10 anos e até 2040 com nenhum país latino americano, é falácia, ou desonestidade.

      Mas as pessoas são imediatistas, e acham que comprar blindado ou qualquer material de defesa é como comprar carro popular.

      Hoje vim aos comentários e me arrependi. Cansa.

      • O cara querer comprar Chile com Venezuela é o cúmulo mesmo. Só faltou ele dizer que o Chile faz fronteira com o Brasil assim como um certo Deputado teve a esperteza de dizer que o México faz fronteira com o Brasil. É pra acabar!

  7. A modernização dos Cascavéis é para garantir uma sobrevida de 15 anos, sendo retirados de serviço também próximo ao tempo planejado do fim das entregas da VBC.

    Se o EB adquirir um centena de novas VBCs, a Força terá de fazer modificações profundas nos esquadrões e regimentos de Cavalaria pois a maioria não terá uma viatura com canhão…

  8. Então não seria melhor abandonar o gasto com a modernização do Cascavel e direcionar a verba para adquirir mais VBCs ???

    • Dificilmente alcançaríamos a proporção de 1/1 entre o novo veículo e o Cascavel. São pouco mais de 400 ainda ativas do segundo. Outro ponto, é que o Cascavel é um VBR e o 8×8 é um VBC.
      O custo unitário de cada Centauro 2 (usando com exemplo) é, em média, US$ 7 milhões. Acredite, esta compra, incluindo treinamento e logística não deve ficar abaixo de US$ 1 bilhão. Não existe valor definido para a atualização do Cascavel, uma vez que a quantidade a ser atualizada ainda não foi especificada, podendo chegar a 200. Mas, sem dúvida, não deve chegar nem perto de 1/10 desse valor.

      • Sim, Merlin, não teríamos 1/1, mas na hipótese de ficarmos em apenas 98 equiparíamos apenas 12 esquadrões. Os que sobrariam iriam para a ESA e AMAN. 12 esquadrões equipados com com a VBC é muito pouco. Se a suspensão da modernização do Cascavel permitisse mobiliar 3 esquadrões a mais (ou seja 1 Regimento) com a nova VBC já seria uma alternativa melhor.

  9. O normativo para compras dessa monta deveria passar pelo Congresso. Definido o item, a aprovação do Congresso, pra mim, seria algo como “ciente, essa verba não pode ser cortada e tem que ser mantida até o ano X”. É tipo verba de saúde, educação ou pagamento de pessoal.

    Outra coisa: há muito desperdício. Muito. Uma parte significativa vira desperdício por que o dinheiro não vem no momento oportuno. Se uma compra dessas é aprovada e o cenário orçamentário é delimitado, a redução de desperdício é enorme (evita ter que modernizar porque o projeto novo atrasou, evita comprar mais coisa desatualizada porque não tem verba pra comprar o estado da arte, etc).

    E esse desperdício é alto nas FA, mas nos demais ministérios é pior: é um tanto de programa sem objetivo (ou objetivo de atende aquele político naquele momento) que gera um alto custo no tempo, e deixa setores que dependem de previsibilidade desguarnecidos.

    Mais uma coisa: com o teto de gastos a realidade no executivo mudou. antigamente se abria projeto e se aprovava financiamento, e a dívida que fique pro próx. Gerou as pedaladas e os rombos. Hoje isso não ocorre, mas o desplanejamento do CN não faz o investimento chegar até o fim com a mesma perenidade. Certo seria rever prioridades e cortar projetos, mas isso é um patamar complicado. Pensando em defesa, a conta (na minha opinião) seria: “para nosso objetivo de defesa, é mais importante o Gripen, o Subnuc ou o VBC?” Porque, tendo dinheiro pra 1, os outros seriam escalonados, mas o mais prioritário seria plenamente atendido e finalizado oportunamente. Mas isso é muito complicado.

  10. Não é bacana mesmo esta entrega a conta gotas( 15 anos pra 98 un) mas é pé no chão dentro da realidade brasileira em matéria de dindin pra defesa e creio q já leva em conta possíveis cortes e a continuidade das entregas(60 por ano) dos Guarani’s 6×6 + os LMV’s. Centauro II na cabeça(pra mim o Centauro I tropicalizado já sobraria por aqui mas…..).

  11. Quantidades estimativas. Para mais ou para menos. Certamente ninguem fará uma fábrica para quantidades pequenas. Sai na frente quem ja tem unidade aqui. A necessidade efetiva da cavalaria são em torno de 340 veiculos para aproximadamente 170 pel. Pelovmenos o programa não está parado.

    • Colombelli, são só 2 viaturas por Pelotão? Hoje, são 2 Cascavéis por Pelotão? E quantos Urutus? Os Pelotões que já substituíram o Urutu pelo Guarani, operam esse último em conjunto com os Cascaveis, não é? As Unidades de Infantaria Mecanizada operam apenas os Guarani, correto?

  12. Compartilho a visao que a substituicao do Cascavel deve envolver um mix de veiculos . Como já indicado o Cascavel é um VBR 6X6 armado com um canhap 90 mm , assim ser substiuido por um VBC 8X8 armado com um canhao 120 mm e um VBR 6X6 com um canhao de 30 mm ou 40 mm . Possivelmente se teriam dois tipos de unidades de Cavalaria Mecanizada , em funcao do poder de fogo e missoes distintas .

  13. Putz
    15 anos –> 98 unid.
    ???????
    Sei lá, muito tempo né meu povo.
    Se fosse dez, bem, já é tempo pra burro.
    Sei lá

  14. Eu só queria entender porque apenas a Iveco teria oferecido a opção de uma torre com canhão de 120mm, quando os outros concorrentes, como o Patria AMV, possuindo duas opções de torre, italiana e belga, não o fizeram, mesmo sabendo que este é um item obrigatório do RO.
    Notadamente que os custos são um item fundamental na decisão do EB, mas daí apenas a Iveco oferecer aquele calibre soa muito estranho com tanta gente de peso também concorrendo.
    E outra, o EB vai escolher um blindado 8×8 baseado em documentação e só depois irá testar para ver se está tudo nos conformes? Não era para ser ao contrário? Primeiro testa e só depois escolhe um vencedor?

    • Eu acredito que cumpre a finalidade e sai mais barato. Além de ser mais rápido. Escolhe o modelo com base na documentação, análise técnica e financeira, depois compra unidades para testar em campo. Se não houver surpresas, já é o selecionado, sem necessidade de fazer o mesmo com todos os concorrentes. Além disso, pode sugerir apenas modificações menores ao fabricante, se houver necessidade.

  15. Bem que poderia ter Guarani com canhão de 90mm como proposto para complementar , Sobre os novos 8×8 , fico feliz quando aparecer o primeiro , mesmo sendo poucos blindados , já é algo

  16. Eu era afim desta versão do Guarani 6×6 com torre com canhão 90mm da versão mais atual e moderna, olha a descrição da ferramenta;
    O Cockerill ® LCTS 90MP é uma torre leve para duas pessoas equipada com um poderoso canhão Cockerill ® 90 mm e com um autoloader avançado. Este sistema Cockerill ® LCTS90 MP oferece alta letalidade com um peso muito leve para veículos blindados leves. Esta torre de canhão é compatível com uma ampla gama de veículos mais leves com rodas e esteiras.

    Precisão e polivalência
    Com seu avançado sistema de controle de arma digital totalmente estabilizado, o Cockerill ® LCTS90 MP permite engajamentos diretos e indiretos precisos, em movimento, de dia ou de noite. As suas capacidades polivalentes permitem ao sistema LCTS90 MP realizar disparos indiretos a um alcance de quase 8 km. A torre foi certificada como ‘segurança’ pelo exército americano, com mais de 12.000 tiros disparados. Mais de 300 torres LCTS90 MP estão em uso em todo o mundo.

    Manipulabilidade e estabilidade
    Com rifle para maior precisão, nossa arma Cockerill ® de 90 mm é projetada para transmitir uma força de recuo muito baixa a fim de manter a estabilidade e segurança até mesmo das plataformas de tiro mais leves. Sua capacidade anti-blindagem eficaz e sua capacidade de uso geral baseada em munição HE tornam o Cockerill® LCTS90 MP o canhão de 90 mm mais poderoso já montado em veículos da categoria de peso total de 10 a 20 toneladas. Suas capacidades anti-blindagem eficazes e de uso geral baseadas em munição HE tornam a Cockerill ® LCTS90 MP a arma de 90 mm mais poderosa já montada em veículos da categoria de 10 a 20 toneladas.

  17. Os últimos serão entregues quando todos os grandes países da OTAN, Rússia e China já estiverem com robôs combatentes, enxames de drones autônomos e armas laser operacionais… Mas é mais fácil menos de 100 em 15 anos do que cortar pessoal… A atividade fim das instituições públicas é o pagamento de salários, pensões e manutenção da eterna mamata, não tem jeito.

  18. Pode contar esses 16 anos vão virar 1/4 de século e conhecendo o nosso exército que sempre fica no básico vai ser de 105 mesmo.

  19. Se o EB adquirisse na cadência de 14 unidades/ano conseguiria atingir 221 unidades no prazo temporal.
    Meu Deus, por que tudo nas FFAA tem de ser difícil?!!!

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here