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T&D HISTÓRIA – Os gloriosos combatentes da Marinha

Os navios que participaram em combates na Segunda Guerra Mundial antes de serem incorporados na Marinha Brasileira

Por Hélio Higuchi (*)

Após terminar de escrever a matéria sobre a história do cruzador Tamandaré (C-12), uma curiosidade me fez pesquisar sobre a carreira de outros navios antes de serem incorporados à Marinha Brasileira. Perguntava-me: será que o Tamandaré, ex-Saint Louis, foi o único que participou em tantas batalhas na Segunda Guerra Mundial lutando tão bravamente contra o inimigo? O resultado da pesquisa foi surpreendente.

Com o término do grande conflito mundial, quando navios de guerra excedentes foram oferecidos pelos Estados Unidos às nações amigas, ao vermos as fotos de centenas de navios estocados nos EUA, nos parece que devido ao enorme parque industrial daquele país, os navios colocados à disposição eram praticamente sem uso. Entretanto, ao contrário, a grande maioria tinha participado em importantes campanhas da guerra.

Contratorpedeiros da US Navy colocados em conservação e estocados nos EUA, após a II Guerra Mundial. Muitos deles destinados às nações amigas mediante a programas de ajuda militar. (Foto: US Navy)

O Cruzador Barroso

Da mesma classe do cruzador Tamandaré, o Barroso(C-11) se chamava USS Philadelphia(CL-41) antes de ser incorporado à Marinha do Brasil, em 1951, e, ao contrário do seu irmão mais novo, o Saint Louis, foi designado pela Marinha dos EUA (US Navy) durante a guerra para combater nas águas do Atlântico, Mediterrâneo e Adriático. Embora nesses fronts não houvesse os terríveis “ataques kamikazes”, participou em intensos combates aos quais destacamos:

O USS Philadelphia (CL-41), em 1943. (Foto: US Navy – National Archives)

Em 1942 foi a Nau Capitânea da força tarefa do almirante Lyal A Davidson, que partiu da Inglaterra, transportando 6.423 soldados e 108 tanques para desembarcar em Marrocos.

Um hidroavião de reconhecimento Curtiss Seagull à bordo do USS Philadelphia. Este pequeno hidroavião teve atuação decisiva em pelo menos duas missões na carreira do cruzador (Foto: US Navy – NationalArchives)

No dia nove de novembro, um dos hidroaviões Curtiss Seagull do Philadelphia, durante um voo de reconhecimento na costa de Marrocos, ataca o submarino Méduse (NN5) que servia o regime francês de Vichy, na época colaboracionista aos nazistas da Alemanha.

O submarino Méduse encalhado, após ser atingido pelo hidroavião de reconhecimento do Philadelphia (Foto: Autor desconhecido, via Internet)

O submarino mesmo alvejado pelas duas bombas de profundidade Mark XVII, de 147 kg, lançadas pelo pequeno hidroavião do Philadelphia, consegue submergir, mas no dia seguinte é encontrado propositalmente encalhado para não afundar, em Mazagan, ao norte de Cabo Blanco, em Marrocos.

Bomba de profundidade Mk XVII, de 147 kg. sendo afixada num Curtiss Seagull à bordo do Philadelphia. (Foto: Naval History and Heritage Command)

De julho a setembro de 1943, participou intensamente durante a campanha da invasão à Sicília, a “Operação Husky”, dando barragem de artilharia e defendendo a frota contra ataques aéreos, tendo creditada a derrubada de seis aviões inimigos.

Quando a frota entra no golfo de Salerno na Sicília, em 8 de setembro, um hidroavião Curtiss Seagull, do Philadelphia, avista uma coluna de 35 tanques alemães concentrados perto um dos locais de desembarque, o Red Beach. Os poderosos canhões do cruzador disparam contra os tanques, que fogem em disparada sem antes perder sete deles.

Canhões antiaéreos quádruplos de 28 mm do Philadelphia fotografado no litoral do Marrocos, em 1942 (Foto: Eliot Elisofon – Life Magazine)

Três dias mais tarde, o Philadelphia foi atacado por bombardeiros da icônica unidade da Luftwaffe, o Kampfgeschwader 100 (KG 100), que empregava bombas guiadas Fritz-X, sendo que uma delas quase acertou o navio, provocando ferimentos em vários tripulantes ao explodir.De 15 a 17 de setembro sua artilharia derruba mais três aviões inimigos.

Ilustração de uma bomba guiada Fritz X sendo lançado por um bombardeiro Dornier Do-217 pertencente ao Kampfgeschwader 100 (KG 100) da Luftwaffe, que atacou o Philadelphia em 11 de setembro de 1943 (Desenho: autor desconhecido via Internet)

No ano seguinte participa na invasão de Anzio, na Itália, a “Operação Shingle”, e posteriormente na tomada das ilhas de Pomeque, Rattoneau e Chateau D’if  por tropas francesas na Baía de Marselha, França.

Em outubro de 1944, o contratorpedeiro USS Gleaves captura uma lancha bomba motoscafo MTM, e é embarcado na popa do Philadelphia para ser levado para estudos.
A MTM pertencia a Marinha italiana, armada com uma poderosa bomba, feita para atingir a toda velocidade contra alvos inimigos. Não era um barco suicida, era projetado para o piloto saltar para a água momentos antes de atingir o alvo. (Foto: Naval History and Heritage Command)

Após ser incorporado na Marinha Brasileira, foi designado com Nau Capitânea da Esquadra até a chegada do Navio aeródromo Minas Gerais (A-11), sendo desativado em 1973, após 22 anos de serviços no Brasil.

Nos Estados Unidos, durante o processo de transferência do Philadelphia para a Marinha Brasileira, um técnico de artilharia da US Navy inspeciona três marinheiros brasileiros revisando um canhão antiaéreo. Os marinheiros brasileiros (do segundo da esquerda para direita) são Raul Francisco da Cunha, Inanar Medeiros e Osmar Tavares. Foto de 27 de março de 1951 ( Foto: US Navy nº 708176)
Integrantes da Marinha Brasileira num momento de descontração, tocam música sobre uma das torres triplas do Philadelphia, em 27 de março de 1951, durante o processo de incorporação à Marinha Brasileira.
(Foto: US Navy nº 708171)
O cruzador Barroso (C-11) na Marinha do Brasil (Foto: Marinha do Brasil)
Após ser desativado, em 15 de maio de 1973, foi vendido como sucata à empresa Agrafer Comércio de Ferros e Metais Ltda., de Diadema/SP. Na foto está sendo desmantelado em Santos/SP (Foto: autor desconhecido)

Os contratorpedeiros da classe Pará

Os Fletcher foram um dos contratorpedeiros mais bem sucedidos da Segunda Guerra Mundial, tanto para luta antiaérea ou antisubmarino, tendo construídos 175 exemplares,de 1942 a 1944, nos Estados Unidos.

Com 2.500toneladas de deslocamento e eram armados com cinco torres equipadas com canhões 127mm, canhões antiaéreos, torpedos e lançadores de cargas de profundidade. Possuía uma velocidade máxima de 36,5 nós e autonomia de 5.500 milhas. Recentemente foi o protagonista principal da película “Greyhound”, estrelado pelo ator Tom Hanks.

Após o conflito, a Marinha do Brasil recebeu sete destes navios, aqui denominados como classe Pará, sendo estes:

  • Pará (D-27), ex-USS Guest (DD-472);
  • Paraíba (D-28), ex-USS Bennett (DD-473);
  • Paraná (D-29), ex-USS Cushing (DD-797);
  • Pernambuco (D-30), ex-USS Hailey (DD-556);
  • Piauí (D-31), ex-USS Lewis Hancock (DD-675);
  • Santa Catarina (D-32), ex-USS Irwin (DD-794);
  • Maranhão (D-33), ex-USS Shields (DD-596).

Eles não foram incorporados simultaneamente, sendo o primeiro deles, o Pará, em 1957 e o último, o Maranhão, em 1972 e dando baixa em 1990.  Todos participaram de campanhas navais durante a guerra, na US Navy, e destacamos alguns fatos ocorridos em combate com cada um deles:

USS Guest – Pará (D-27)

Em 28 de outubro de 1943, durante a campanha da invasão à Ilha de Bugainville, no Pacífico Sul, ajudou a derrubar dois bombardeiros japoneses. O mesmo ocorreu no inicio de novembro, na rota entre Guadalcanal e Cabo Trokina, derrubando aviões bombardeiros de picada e torpedeiros.

O USS Bennett transferindo um tripulante ferido ao porta-aviões Yorktown (CV-5), em 04/06/1943. (Foto: National Archives nº 80-G-76887)

Em 25 de maio de 1945, durante um ataque kamikaze, teve o mastro arrancado por um avião que caiu a bombordo do navio.

O contratorpedeiro Pará (D-27). (Foto: Marinha do Brasil)

 

USS Bennett – Paraíba (D-28)

Participou das batalhas Iwo Jima, “Operação Detachment”, e Okinawa, “Operação Typhoonof Steel”, no Japão.

O Uss Bennett sendo atacado por uma barragem da artilharia japonesa nas Ilhas Shortland. (Foto: Livro United States Destroyer Operations in WW II)

As 08h50minh, do dia 7 de abril de 1945, durante a Invasão à Okinawa, um avião kamikaze atingiu a casa das maquinas, provocando uma pane total na energia elétrica do navio matando sete marinheiros e ferindo 14.

O contratorpedeiro Paraíba (D-28) sendo transferido para a Marinha do Brasil. (Foto: US Navy)

 

USS Cushing – Paraná (D-29)

Entrou em ação em 24 de agosto de 1944, participando nas Campanhas de Mindanao, Sebu, Palau, e derrubou um avião inimigo durante a Batalha do golfo de Leyte.

O USS Cushing com a pintura camuflada, em março de 1944. (Foto: Naval History and Heritage Command)

Em dezembro, durante uma missão de resgate a tripulantes de aviões derrubados, um bombardeiro bimotor Nakajima G4M “Betty”, após ser avariado pela artilharia antiaérea, mergulha contra o navio quase acertando a popa. No mesmo período, foi atacado por um torpedo disparado por um submarino japonês, mas conseguiu desviar graças ao sonar que detectou o torpedo a tempo.

O contratorpedeiro Paraná (D-29). (Foto: Marinha do Brasil)

 

USS Hailey – Pernambuco (D-30)

Em 1944 participou na batalha para conquista das Ilhas Marshall, sendo que, em 16 de maio, em Nova Guiné, localizou o submarino japonês I-176. Após cinco ataques com bombas de profundidade, restos de produtos japoneses e manchas de óleo cobrem uma extensão de 11 km, atribuindo ao afundamento do submarino.

O USS Hailey sendo reabastecido pelo navio-tanque Monongahela (AO-42). No fundo os porta-aviões Enterprise (CV-6) e Hornet (CV-8), no Mar da China (Foto: National Archives)
O submarino japonês I-176, da classe Kaidai, afundado pelo USS Hailey (Foto: Submarines of the Imperial Japanese Navy 1904-1945 – Conway Maritime Press, 1986)
O contratorpedeiro Pernambuco (D-30). (Foto: Marinha do Brasil)

 

USS Lewis Hancock – Piauí (D-31)

 Seu batismo de fogo ocorreu em 1944, fazendo parte da força tarefa que invadiu as Ilhas Marshall. Participou ativamente em combates nas ilhas Saipan, Tinian e Guam, nas Marianas, bem como na batalha da retomada das Filipinas.

Durante a Batalha do Golfo de Leyte, participou ativamente no afundamento de um contratorpedeiro japonês e foi utilizado até nas derradeiras missões da guerra, como na invasão a Okinawa. Miraculosamente durante os 16 meses que participou em combates não sofreu avarias perdendo apenas quatro tripulantes.

O USS Lewis Hancock quando estava em estoque e conservação, depois da Segunda Guerra Mundial. (Foto: Naval History and Heritage Command)
O USS Lewis Hancock no inicio dos anos 50, pouco antes de dar baixa na US Navy. (Foto: US Navy)
O contratorpedeiro O Piauí (D-31) docado para reparos num dique flutuante. (Foto: Marinha do Brasil)

 

USS Irwin – Santa Catarina (D-32)

Entrou em ação a partir de 1944, participando nas batalhas de Saipan e da retomada das Filipinas, derrubando dois aviões-torpedeiros japoneses, um em junho e outro em outubro.

Durante a batalha do Golfo de Leyte, nas Filipinas, participou de forma heróica no resgate de tripulantes do porta-aviões Princeton (CVL-23), que foi afundado por um bombardeiro de mergulho japonês, cuja bomba atingiu seu elevador principal. Mesmo estando o porta-aviões prestes a explodir, em um mar agitado e com densa fumaça, o Irwin conseguiu se aproximar e lançar seus escaleres (pequenas embarcações de apoio), conseguindo resgatar 646 tripulantes, o que triplicou sua tripulação.Por este ato foi homenageado com a Nave Unit Commendation, uma das mais altas condecorações dos Estados Unidos e destinada ao reconhecimento de atos de excepcional heroísmo em ação.

O USS Irwin navega ao lado do porta-aviões Princeton, mortalmente ferido por um ataque aéreo japonês, conseguindo resgatar 646 tripulantes do Princeton (Foto: Livro “United States Destroyer Operations on WW II”)

Foi designado para fazer apoio antiaéreo durante as invasões das ilhas de IwoJima e Okinawa, onde sofreu ataques de aviões e lanchas kamikaze.

Em batalhas durante o período de fevereiro a junho de 1945, derrubou três aviões kamikazee, no dia 30 de março, quando atacado por três lanchas suicidas da classe Shinyo, com seus canhões, afundou uma, avariou a segunda e colocou a terceira em fuga.

Tripulantes do contratorpedeiro australiano HMAS Napier (G-97) examinam um a lancha suicida Shinyo, capturada na base naval de Yokusaka, em setembro de 1945 (Foto: AWM)
O contratorpedeiro Santa Catarina (D-32). (Foto: Marinha do Brasil)

 

USS Shields – Maranhão (D-33)

Comissionado em 1945, teve participação pequena durante a guerra, efetuando missões de patrulha nas cercanias de Leyte, Ulithi, Borneo,Eniwetok e Okinawa, mas também participou da Guerra da Coréia, em 1951, patrulhando a costa coreana.

O USS Shields (DD-596) fundeado em Puget Sound, em 23 de fevereiro de 1945. (Foto: National Archives photo 19-N-78504)
O contratorpedeiro Maranhão (D-33). (Foto: Marinha do Brasil)

 

Os contratorpedeiros da classe Mato Grosso

Cinco contratorpedeiros da classe norte-americana Allen M. Summer e Allen M. Summer Fram II foram incorporados à Marinha Brasileira a partir de 1972. Eram maiores e mais modernos do que os da classe Fletcher, com deslocamento de 3.320 toneladas, velocidade máxima de 34 nós e autonomia de 4.600 milhas.Tinha como armamento principal seis canhões de 127mm, instalado em três torres duplas, além de canhões antiaéreos, torpedos, morteiros antisubmarinos (“hedgehogs”) e cargas de profundidade, sendo aqui denominados como:

  • Mato Grosso (D-34), ex-USS Compton (DD-705);
  • Sergipe (D-35), ex-USS James C. Owens (DD-776);
  • Alagoas (D-36), ex-USS Buck (DD-761);
  • Rio Grande do Norte (D-37), ex-USS Strong (DD-758);
  • Espírito Santo (D-38), ex-USS Lowry (DD-770).

Esta classe, por ter sido completado no final da guerra, teve pouca ou nenhuma participação nos combates. O USS Lowry e o USS Compton participaram das derradeiras batalhas contra o Japão, sendo o Compton atacado por um avião kamikaze perto de Okinawa, mas este foi derrubado e caiu no mar.

O USS Compton com pintura camuflada durante a II Guerra Mundial (Foto: US Navy)
O USS Lowry (DD-770) ao largo de San Pedro, Califórnia, em 5 de agosto de 1944. (U.S. Navy Bureau of Ships)
O contratorpedeiro Mato Grosso (D-34). (Foto: Marinha do Brasil)
Uma torre quádrupla de mísseis antiaéreos Seacat, que pertencia originalmente ao contratorpedeiro Marcílio Dias (D-26), foi instalada no Mato Grosso (Foto: Marinha do Brasil)

 

(*) Hélio Higuchi, nascido em São Paulo, no ano de 1953, e tendo consolidado sua carreira profissional no setor de hotelaria, sendo graduado em Arquitetura e Urbanismo, com pós-graduação em Marketing, é considerado um dos maiores especialistas em história militar da América Latina, com trabalhos nas mais importantes publicações do planeta.

 

 

Nota do Editor: Na próxima semana será publicada a segunda parte deste artigo, contendo os Submarinos da Marinha do Brasil que participaram de combate durante o maior conflito da humanidade, mas sobre outra bandeira.

 

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Respostas de 6

  1. Excelente matéria, mestre Hélio Higuchi. Lembro que na anterior sobre o Tamandaré, havia pedido por mais matérias com temas históricos e fui muito bem atendido, obrigado.
    Na minha juventude visitei vários desses CT’s e lembro do pessoal do Santa Catarina (D-32) destacar de forma orgulhosa serem detentores da “Fita Azul” da MB, ou seja o navio mais rápido da esquadra – velocidade máxima mantida de 34,6 nós. Por fim vale lembrar que esses CT’s ganharam o apelido de bico fino, pelo formato da proa.

  2. Gostei demais do interessante artigo do Sr. Higuchi. Tive a honra de, durante três anos (1965/1968), servir como MN-SC no saudoso Cruzador Barroso – C11, meu primeiro embarque até sair para cursar a especialização de Operador de Sonar (OS). Quero sugerir matéria sobre a explosão ocorrida a bordo (Turbina) em 1967, que vitimou 11 tripulantes.

  3. muito interessante essa matéria, tive a honra de servir no saudoso MARCÍLIO DIAS(D25). Foi uma ótima experiência na Marinha do Brasil.

  4. Nesse belíssimo comentário do MESTRE Helio Higuchi, tive a honra de servir no CTParaná, e também fui ” caverna mestra “do CT Alagoas. BUCANEIRO UMA VEZ, SEMPRE BUCANEIRO. ( BUCKNEARS )

  5. Excelentes comentários. Gostaria de solicitar uma informação. Sou webmaster do site sixtant.net, online desde 2008 com ampla cobertura sobre a segunda guerra no âmbito do Atlantico Sul. Tenho encontrado informações conflitantes sobre os “contratorpedeiros ” da classe Pará lançados em 1908 contudo a data de saída de atividade não coincide. Exemplo: segundo a publicação ” HISTÓRIA NAVAL BRASILEIRA” quinto volume Tomo II, na página 107 consta que o Amazonas, Parahyba, Pará e Paraná tinham sido desativados antes de 39. Na publicação de Arthur Oscar Saldanha da Gama “A MARINHA NA SEGUNDA GUERRA”., onde consta na pág. 13 que em 1939 existiam os contratorpedeiros Piauhy, Rio Grande do Norte, Parahyba, Sergipe, Santa Catarina, e Mato Grosso além do Maranhão. Também nos sites da Marinha existem contradições com as datas de desativação.

  6. uma breve correção: torre de mísseis antiaéreos Seacat pertencia originalmente ao contratorpedeiro Mariz Barros (D-26)

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