No dia de ontem, 03 de setembro, a SIATT entregou o do segundo lote de mísseis MAX 1.2 AC ao Comando Logístico do Exército (COLOG). Os sistemas foram entregues no Centro de Logística de Mísseis e Foguetes (C Log Msl Fgt), no Forte Santa Bárbara, localizado na cidade de Formosa (GO).
Essa entrega, que ocorreu menos de quatro meses após o recebimento do primeiro lote pela Força Terrestre, integra o contrato de fornecimento do sistema MAX 1.2AC, que contempla unidades de tiro, simuladores e adaptações para viaturas leves.

O míssil MAX 1.2 AC é um armamento anticarro inteligente com capacidade de incapacitar um carro de combate e construído com tecnologia nacional. É o resultado de anos de trabalho em parceria da empresa com o Centro Tecnológico do Exército (CTEx).

Com informações e imagens da SIATT
Respostas de 9
boa noite amigo Bastos o senhor sabe quantas unidades de tiro foram recebidas?
Essa informação não foi divulgada
meu orgulho de ser engenheiro brasileiro parabéns cambada de brazuca loucos
Não sou das Forças Armadas, não entendo de armamentos, mas, sou um cidadão Brasileiro, que defende que o País, continue pacífico, busque a paz mundial. Mas, na atual conjuntura geopolítica mundial, devemos ter forças militares que tenham, condições de defender nosso território.
Foi exatamente isso que o nosso presidente disse em um discurso não queremos guerra com ninguém, mas temos que está preparados.
temos que nos manter firmes no intuito de garantir nossa soberania.
Ótimo! Um produto feito inteiro por nós.
Ótimo. Um equipamento 100% nacional capaz de parar um Blindado de milhões de dólares, mesmo estando a mais de dois km de distância. Atualmente o Brasil já produz todo o necessário para manter um exército convencional em luta por muito tempo sem dependência externa. Blindados, veículos leves, caminhões, Morteiros, foguetes, rádios de comunicação, radares, granadas de artilharia, pistolas, carabinas, fuzis, submetralhadoras, rifles especiais, equipamentos ópticos, capacetes e coletes balísticos, drones, enfim o básico necessário. Ainda nos falta os sistemas mais sofisticado como mísseis, sistemas de propulsão, blindagens modernas e sensores… Mas temos condições de desenvolver e já contamos com iniciativas nesse sentido. Daqui para frente o Brasil precisa ter uma diplomacia mais incisiva no sentido de exportamos estes equipamentos sobretudo para os nossos vizinhos e países africanos, visando com essas exportações garantir a manutenção dessa base industrial construída com tanto esforço.
Parabéns aos envolvidos nesse projeto…! Mas precisamos dar um ênfase num projeto de satélites, drones e mísseis de médio alcanse para proteger a base da nossa economia ,que é a exportação de comodities via marítima…!