A participação do F-39 Gripen no Exercício SALITRE 2026 segue rendendo novos registros. Como já divulgado, a quinta edição do tradicional treinamento multinacional organizado pela Força Aérea do Chile (FACH) entrou para a história da Força Aérea Brasileira (FAB) ao marcar a estreia internacional do Gripen, em sua primeira participação em um exercício realizado no exterior.
Além de atrair a atenção de fotógrafos especializados e da própria Saab, a presença dos caças do Esquadrão Jaguar (1º Grupo de Defesa Aérea) também foi registrada pelos fotógrafos oficiais da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), que participa do exercício na Base Aérea de Cerro Moreno, em Antofagasta, com caças F-16C/D Fighting Falcon da 49ª Ala, uma experiente unidade de treinamento.
As imagens foram publicadas por meio do Defense Visual Information Distribution Service (DVIDS), plataforma oficial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos destinada à divulgação de material audiovisual produzidos por militares norte-americanos durante operações, treinamentos e exercícios ao redor do mundo.


Os registros mostram os F-39 Gripen brasileiros operando ao lado de aeronaves de diferentes forças aéreas participantes do SALITRE 2026, reforçando o caráter multinacional do exercício e evidenciando a crescente integração da FAB em cenários internacionais de emprego do poder aéreo.
Além do Brasil, o SALITRE 2026 reúne aeronaves e militares de diversos países da América e de parceiros extrarregionais, consolidando-se como um dos principais exercícios aéreos do continente sul-americano.
A participação representa mais um marco na consolidação operacional do Gripen na FAB, que vem ampliando seu currículo com certificações, campanhas de armamento e treinamentos multinacionais desde sua entrada em serviço.





Respostas de 23
Os Estados Unidos decidiu de última hora não enviar o F-35 mas bem poderia enviar uma outra aeronave ou sei lá uma versão melhorada de tal se tivesse levado um F-15EX II ou um F-16 Block 70/72 ( se tiver realmente operacional na USAF ao menos )
uma pena não terem levado
mas pra mim e acredito que pra FAB o maior marco foi o translado testar o alcance do Gripen sem reabastecimento em vôo de ponta ponta no Brasil foi algo que já era previsto de ser 100% com sucesso assim a FAB decidindo saber qual o seu limite pra fora do território brasileiro e assim usando apenas 1 avião de reabastecimento em vôo o KC-390 assim colocando de vez o fim da mentira a respeito sobre o Gripen não ter alcance
agora me pergunto se realmente os Estados Unidos vai olhar essa situação e convidar o Brasil para próxima edição de REDFLAG e se bem fosse convidado eu gostaria de ver 1 E-99M junto do Gripen e KC-390 indo para os Estados Unidos pra lutar de igual pra igual contra o eco sistema americano E-7 + F-35 + KC-135 Stratotanker
o quão doido não seria isso
Não existe isso de um país contra o outro em um exercício como o Red Flag, Salitre, Cruzes, etc. As missões são mistas, com aeronaves de vários países voando em pacotes compostos.
O foco do Brasil no F-39 Gripen em vez de caças norte-americanos caros é uma decisão puramente estratégica, pragmática e livre de qualquer complexo de inferioridade. Enquanto muitas nações gastam fortunas com aeronaves de quinta geração que exigem orçamentos astronômicos de manutenção, o Brasil priorizou a autonomia tecnológica e a eficiência operacional.Essa escolha inteligente se sustenta em três realidades incontestáveis:Soberania e Independência: Ao contrário de comprar caças prontos dos EUA, que vêm com restrições de uso e dependência total de peças estrangeiras, o projeto Gripen garantiu transferência de tecnologia e fabricação local na Embraer, dando ao Brasil controle total sobre suas próprias asas.Custo-Benefício Imbatível: A hora de voo do Gripen custa uma fração do valor de um F-35 ou F-15EX, permitindo que a FAB mantenha seus pilotos treinados e seus aviões sempre prontos para decolar, em vez de deixar frotas caras presas nos hangares por falta de verba.Efetividade sob Medida: O ecossistema composto pelo Gripen E, o KC-390 e o E-99M atende com folga a todas as necessidades de defesa da América do Sul, provando que inteligência tática e prontidão logística trazem muito mais resultados reais do que simplesmente ostentar tecnologia cara.
FOX 2!
os americanos poderiam ter levado o F-45 Lord Chartier, mas preferiram manter o caça em segredo
infelizmente temos poucas aeronaves de 5° Geração como o GRIPEN , o Nosso Pais é imenso em extensão territorial, deveríamos ter no minimo 150 caças de ultima geração, nao so o modelo do GRIPEN como outros modelos de caça.
Gripen é uma geração 4++ e não 5° geração!
4.5++ .
seria um 4.9 . só não é 5° por não ser 100% Stealth . mas e até mais moderno que a maioria dos F-35 em operação em armamento, radar e sistemas de inteligência artificial.
O Gripen segue seu caminho sem depender de aprovação de ninguém, há na verdade, grande curiosidade e respeito ao que está sendo apresentado.
Não é verdade. O motor é americano. Se eles quiserem…não tem reposição. Dito isso, concordo que foi a melhor escolha. E acho que a Ucrânia também sabe disso.
Visão bem simplista. Primeiro GE e Brasil tem trabalhado por décadas juntos. Segundo, o Brasil dispõe de autonomia contratual para fazer toda e qualquer manutenção dentro do BR, algo que não são todos os países que conseguem por conta do primeiro ponto. Terceiro ponto o Brasil tem motores sobressalentes além dos que estão no Gripen. Qualquer embargo não surtiria efeito a curto médio prazo. E sim foi a melhor escolha, por independência geopolítica e tecnológica. Quanto ao vetor em si está apresentando mais que os folhetos prometiam. Não foi chamado na Salitre de ghost atoa.
Infelizmente, o nosso congresso, ñ ajuda neste sentido, foi um milagre aquele aporte de R$ 30 bilhões de reais para as forças armadas, mas precisa esse congresso autorizar aportes maiores
Entenda esses 30 bilhões de reais:
– são 30 bilhões divididos em 6 anos, o que dá 5 bilhões de reais (menos de 2 bilhão de dólares) por ano, para serem dividos entre as 3 Forças;
– não são um aporte, não são um dinheiro extra. É dinheiro de dentro do orçamento que ficaria livre de contingenciamento e seria usado para os programa prioritários de reequipamento das Forças. Por que escrevi “ficaria”? Porque nesse ano de 2026, após aprovação da lei que criou esse dispositivo, já ocorreu contingenciamento que atingiu diretamente os programas Gripen da FAB, PROSUB da MB, etc, ou seja, o dispositivo legal dos 5 bilhões anuais foi criado, mas não está sendo observado e obedecido. Continua tudo com antes.
Menos de 1 bilhão de dólares**
olhando para o pequeno porte do Grippen, me faz ficar com inveja dos EUA que nos anos 60 já construíram os insuperáveis, maravilhosos e grandes Phantom II …..Acho que seria melhor cento e vinte Phantom II do que esse minúsculo monomotor.
Você ainda está nessa de se importar com “tamanho” do avião? Isso é pra compensar alguma coisa?!…
O Phantom II F-4 foi um grande avião de caça (não apenas no porte) em sua época, com seus 2 motores GE J-79, que llhe davam empuxo que não acaba! E, com muito empuxo, até um tijolo voa!
Mas, nos dias de hoje, é um avião de concepção obsoleta, e não seria páreo para o “minusculo” – nas sua palavras – Gripen-E.
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Zé, não sei se você percebeu … mas os Phantom eram bimotores e levavam DOIS tripulantes. Gastava horrores, não era supercruise (o Gripen é) e seu radar seria primitivo comparado ao do Gripen. Que tem tanta velocidade quanto um Phantom, que eram Mach 2 (o Gripen também). E as armas do Gripen, que também manobra bem melhor que um Phantom, são muito superiores ao que os Phantom tinham no final de sua carreira.
Não importa o tamanho, mas como usa….
O pequeno Gripen, daria um surra no Phanton II atualmente.
O ponto mais interessante dessa participação do Gripen talvez não seja comparar diretamente com F-35, F-15EX ou outros caças, mas demonstrar a capacidade operacional da FAB em um cenário real de longa distância. O translado pelo território brasileiro mostrou planejamento logístico, autonomia compatível com a missão e integração com o KC-390. Sobre um eventual convite para a Red Flag, o mais valioso seria justamente testar o conjunto Gripen + E-99M + KC-390 em operações multinacionais, onde interoperabilidade, consciência situacional e coordenação contam tanto quanto o desempenho individual de cada caça. Exercícios desse tipo não servem para provar que uma aeronave é “melhor” que outra, mas para validar doutrinas, treinar tripulações e identificar pontos de melhoria. A FAB certamente teria muito a ganhar e também a contribuir em um ambiente desse nível.
O Grippen é um bom caça criado em um país que produziu bons caças. O Wiggen foi o único caça que interceptou o SR-71. O Grippen vai ainda ter nas atualizações nos próximos anos e a Suécia já está planejando o caça de 6ª geração que talvez seja produzido em menos de uma década. Lembrar que os países que produziram jatos foram por ordem: Alemanha, Inglaterra, EUA, URSS, França, Suécia, além de testes com protótipos pelo Japão baseados em projetos alemães.
Gripen*
Viggen*
Muito bom, O Gripen NG-Brazil prova que alta disponibilidade e logística simples vencem caças caros que dão pane no deserto.Com 100% de prontidão no Chile, o jato garantiu ao Brasil o domínio aéreo absoluto na América do Sul.A fabricação local na Embraer dá independência ao país, sem depender de peças ou autorização estrangeira.O caça consolidou a FAB como uma força militar estratégica, altamente efetiva e realista no Sul Global. 1. Configuração Máxima de Supremacia Aérea (Combate Ar-Ar)Nesta configuração focada em limpar os céus, o caça decola com impressionantes 9 mísseis no total, divididos da seguinte forma:07 mísseis MBDA Meteor (de longo alcance BVR, instalados sob as asas e na barriga).02 mísseis IRIS-T (de curto alcance WVR, fixados obrigatoriamente nas pontas das asas).Canhão Mauser BK27 de 27 mm com carga completa de munição interna.2. Configuração de Ataque ao Solo (Destruição de Precisão)Para bombardear alvos fortificados na terra sem perder a capacidade de se defender no ar, ele decola com:16 bombas inteligentes GBU-39 SDB (Small Diameter Bombs, organizadas em suportes quádruplos especiais).02 mísseis Meteor (para defesa aérea a longa distância).02 mísseis IRIS-T (nas pontas das asas para autodefesa aproximada).01 Casulo Litening (Pod) instalado na barriga para guiar as bombas a laser.3. Configuração de Ataque Marítimo (Guerra Antinavio)Para missões de patrulha e destruição de frotas navais:02 mísseis antinavio pesados (como o RBS-15 sueco, sob as asas).02 mísseis Meteor (sob as asas).02 mísseis IRIS-T (nas pontas das asas).01 tanque de combustível externo gigante na linha central da barriga para aumentar o alcance sobre o oceano.