A SIATT participou da Operação Formosa 2026, entre os dias 22 e 24 de setembro, com demonstrações de tiro real do Míssil MAX 1.2 AC. Coordenada pelo Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, a operação acontece anualmente na cidade de Formosa (GO).
Na edição deste ano, o evento contou com a EDEF – Exposição de Defesa Expedicionária Formosa, com participação de empresas da Base Industrial de Defesa (BID). No estande da SIATT, os visitantes conheceram de perto as capacidades e possibilidades de emprego do MANSUP e do MANSUP-ER, além de interagir com o simulador operacional do míssil anticarro MAX 1.2 AC, exatamente o mesmo equipamento utilizado para treinamento das forças em ambiente seguro antes de irem a campo. O espaço também contou com uma viatura adquirida pelo Corpo de Fuzileiros Navais para o SMACE – Sistema de Mísseis Anticarro Expedicionário, no qual o sistema MAX está sendo integrado.



O MAX 1.2 AC é um míssil guiado anticarro, desenvolvido para operações expedicionárias e projetado para atender a requisitos específicos de precisão, mobilidade e integração com diferentes plataformas. Dois lotes do míssil já foram entregues ao Exército Brasileiro, e sua produção é realizada na nova unidade da SIATT em Caçapava (SP).
O MANSUP-ER é a versão de alcance estendido do MANSUP, desenvolvida para ampliar a capacidade de emprego antinavio, com alcance superior a 200 quilômetros e possibilidade de integração a plataformas navais e terrestres.

Fonte: SIATT
Respostas de 3
Mesmo nós sermos uma nação de paz, nós damos bem com outras nações, temos que nos preparar-mos para defender nosso país é nosso povo, temos que tá sempre pronto, somos da paz, mais temos que tá preparado pra guerra.
Prezado Jovam Ferreira dos Santos, saudações.
Lamentavelmente a percepção da maior parte da população que o Brasil e um ”país de paz”, em minha opinião, esta equivocada. O Brasil vive um contexto de guerra hibrida, fomentada por uma parcela de sua elite corrupta, mesquinha e medíocre. E um cenário nefasto em que cerca de 68 milhões de brasileiros (o equivalente a 41% da população do país) percebem a presença ou convivem com a atuação de organizações terroristas, facções criminosas e milícias em seus bairros. Grupos que ocupam territórios ”manu militare” e impõem sua vontade de maneira ferrenha . Outro aspecto sombrio resultado desta guerra e a geração de violência de nos contra nos mesmos. Este embate registrou 40.775 mortes violentas intencionais somente em 2025, mais do que a maioria dos conflitos bélicos entre Estados no mesmo período. Este falso sentimento de ”pais da paz” fomentado entre os brasileiros favorece a cada dia a degradação das prerrogativas de segurança e de liberdade de nossa nação, o que interessa sobremaneira a grupos que detém o poder e querem manter a todo custo seu status quo.
O Estado Brasileiro tem que investir na construção de drones, né. A guerra da Ucrânia tá mostrando isso, né.