Operação Amazônia 2020 – A reconquista de Manacapuru

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No dia 18 de setembro, após substituir as tropas aeromóveis do 1º Batalhão de Infantaria de Selva – Aeromóvel (1º BI Sl – Amv), e, posteriormente, executar uma  grande marcha, apoiados pelas forças de reconhecimento do 23º Esquadrão de Cavalaria de Selva (23º Esqd C Sl), a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (16ª Bda Inf Sl) reconquista a estratégica cidade de Manacapuru (AM), e parte em direção ao território inimigo em um avanço fluvial.

O Porto de Manacapuru foi conquistada pela Força Naval Componente, formado por componentes da Marinha do Brasil, capitaneado pelo NPaFlu P20 Pedro Teixeira, em um ataque simultâneo.

 

Fonte: Comunicação Social do CMA

7 Comentários

  1. Pelo histórico e a narrativa que esta sendo formada um ataque ou invasão do território Brasileiro será feito por uma coalisão de países.. assim esta sendo na Síria, vários países que tem interesse no território estão operando na Síria.
    Se o povo, a Nação Brasileira se interessar em defender o pais terá que por pressão no congresso.

  2. Sr. Editor, ainda quanto ao sempre desejado e eficaz armamento (artilharia) antiaérea, é imprescindível a informação de satélite e seu vasto domínio ( tecnologia absolutamente “caseira e militar”) ? Ou a informação de radar, no nível em que hoje possuímos (SABER 200), é suficiente para que bem defendamos nossos meios terrestres ?. Então por quê ainda ausente um eficaz armamento antiaéreo ( ? ) de média e grande altitude em nossas OMs de artilharia ? Pesquisando o Comando da Amazônia (não sei se o informe é atual), mas não é “absurda” a designação de um único batalhão (in casu – 12º Grupo de Artilharia Antiaérea) sediado em Manaus-AM, distando cerca de 900 km da fronteira com São Gabriel da Cachoeira-AM e, sempre as mesmas distâncias (aproximadamente) dos extremos do norte e noroeste do Amazonas? Que fazer? Há algo para se fazer, ou ainda vigora no Alto Comando aquela mentalidade (válida mas não única) de que o maior obstáculo a qualquer invasão do Amazonas é a Selva?? A próxima finalização do nosso Míssil de Cruzeiro agregará tecnologia necessária para o desenvolvimento do Astros antiaéreo pela Avibrás? PS.: Excelente trabalho na Operação Amazônia 2020, o brasileiro tem um Exército que o Brasil ignora! E uns poucos jornalistas que optaram por mostrar a efetividade da Força, que Deus o abençoe!

    • Olha Arapuã, essa questão merece um texto mais longo, todavia, em minha opinião, defesa aérea é de responsabilidade da FAB, sendo que as OM’s de DAAAe do EB são apenas para garantir sua capacidade de manobra e não para defender pontos fixos.
      Ela deve ser melhorada, tanto quantitativamente quanto qualitativamente? Acredito que sim, todavia existe uma duvida muito recorrente que tento explicar mas parece que talvez eu não consiga: o Sistema Astros é de artilharia de saturação, sua utilização como vetor de DAAAe se da apenas como transporte de dos elementos desse sistema, que pode ser feito por qualquer caminhão com capacidade QT.
      Sobre o radar, o M200 ainda esta em desenvolvimento e, mesmo que estivesse pronto, ele é apenas um dos elementos de detecção de um sistema AAAe.

  3. Sistema ASTROS, claro (apenas uma plataforma enquanto “desenvolvida” arma antiaérea pela própria Avibrás); mas acredito que mesmo que apresentada na cor amarela, todos iremos chamar de Astros antiaéreo! Agora, Paulo e quanto aos meios do EB para a região Amazônica (meios de transporte), você acredita na reversão breve da portaria presidencial obstativa à aviação do Exército? Acredita que, quando da criação do “12º Batalhão de Transportes” do Amazonas, seus meios poderão incluir, além dos fluviais e terrestres, também os aéreos, imprescindíveis para que o EB efetivamente apresente seu “braço forte” em toda a Amazônia? PS.: Cuidado com os ataques dos carapanãs que são todos, do exército vermelho, excelente cobertura Paulo. Jornalismo por profissão e opções por paixão, você é a presença de muitos brasileiros que, assim como eu, servimos, ralamos e adoramos a Pátria em que nascemos! Selva!

    • Arapuã, o 12º B Trnp Sl, quando for constituído, ficará encarregado dos transportes fluviais, que hoje é responsabilidade do CECMA, e terrestres, atualmente feito pelo 12º D Sup, e este ultimo ficará concentrado em sua função original, que é receber e redistribuir os itens de abastecimento as OM’s.
      Os Sherpas serão baseados no 4º B AvEx, assim como os helicópteros, e continuara a fazer o abastecimento aéreo de unidades isoladas, sobre a coordenação do 12º D Sup.

  4. Vendo o vídeo fiquei com uma dúvida quanto aos “disparos” efetuados nas manobras: eram reais ou somente em algumas situações utilizaram munição real?

  5. A visão da defesa é muito superficial e não basta apenas ter estrategia de defesa terrestre se não tem estrategia de defesa do principal as águas brasileiras e do céu consolidadas, onde estamos com mais lacunas e na região norte e nordeste estas bem expostas e fragilizada de onde notamos a “preocupação” da MB na criação de uma segunda esquadra de navio porém é um projeto de longo prazo e indefinido, incerto devido a má administração do orçamento e a ganancia de interesses salarial dos militares em ganhar a mesma regalias dos três poderes…
    Fica a pergunta como MB vai defender nossas águas a primeira linha de defesa em um “curto prazo” sem meios suficientes?

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