Mais quatro JLTV para os Fuzileiros

O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil (MB) recebeu, nesta quinta-feira dia 16 de novembro, quatro novas viaturas blindadas 4X4 JLTV (“Joint Light Tactical Vehicle”), que se somarão as quatro recebidas em fevereiro.

Os blindados serão utilizados na missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Operação “Lais de Guia”, em curso nas áreas portuárias do Rio de Janeiro e Itaguaí, no Estado do Rio de Janeiro, e Santos, em São Paulo.

Após o desembarque no Porto do Rio de Janeiro, as viaturas foram imediatamente enviadas para o Centro de Intendência da Marinha, no bairro de Parada de Lucas, onde passarão por testes e avaliações operacionais e receberão pintura camuflada, nos moldes dos outros quatro já recebidos e que já estão em patrulha no Rio de Janeiro.

Até o fim de 2024, chegarão mais quatro JLTV dos Estados Unidos, já que o contrato da MB com o Governo norte-americano prevê a aquisição de 12 unidades. Todas essas viaturas blindadas ficarão sediadas no Batalhão de Veículos Blindados, subordinado à Força de Fuzileiros da Esquadra, localizada em Duque de Caxias (RJ).

A viatura pode ser equipada com uma metralhadora calibre 12,7x99mm (.50 BMG) ou lançador de granadas de 40mm. Além da GLO, ele pode ser utilizado em missões de paz, de assistência humanitária e de apoio à Defesa Civil. Foi desenvolvido a partir de demandas das Forças Armadas dos Estados Unidos para conflitos em cidades do Iraque e do Afeganistão, sendo desenhado para combinar a relativa agilidade de um “Hummer” com a blindagem antiexplosivos de um “tanque leve”.

Fonte: Agência Marinha de Notícias

 

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Comentários

15 respostas

  1. Em vez de fabricar no Brasil preferem dar lucro e fomentar a indústria alheia. No caso de guerra, estragou joga fora. O Brasil logo vai passar por grande aperto e sem indústria bélica. Que pena.

    1. Logística é com o Exército, fuzileiro se vira!!!

      CFN não são uma força para levar uma guerra longa nas costas como o EB, eles tem que ser efetivos e enérgicos, para isso acho válido eles usarem o que tem de melhor, mesmo em detrimento da Logística.

      1. A batalha de Guadacanal e as outras durante a guerra no Pacífico, mostraram que os fuzileiros tiveram que travar combates bem longos. E até em conflitos modernos os fuzileiros continuam no TO mesmo com a chegada do exército.

      2. Tutu, não deixa de ser verdade. Então talvez o grande erro do CFN será a previsível baixa quantidade. De qualquer forma, foi um grande salto tecnológico.

      3. Amigo, jamais ocorrerá o cenário em que FNs precisem tomar uma cabeça de praia/projetar poder sobre terra em caso de entrarmos em guerra. Se o Brasil for invadido por uma coalizão/potencia pra que serviriam esse tipo de tropa e meios de desembarque ? vamos projetar poder onde ?

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