Iniciada avaliação do Radar de Vigilância Terrestre SENTIR M20

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Em 13 de abril, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), “Campo de Provas da Marambaia/ 1948”, iniciou a avaliação final do radar de vigilância terrestre SENTIR M20, material de emprego militar (MEM) projetado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e fabricado pela Embraer.

As atividades se iniciaram com a capacitação técnica dos militares e técnicos do CTEx e do CAEx para operação do equipamento e de seus componentes, para emprego pelas forças militares no escopo do Programa Estratégico do Exército Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Prg EE SISFRON).

O Radar SENTIR M20 pode detectar e acompanhar o movimento de alvos terrestres, como tropas a pé, viaturas ou helicópteros em voo na direção do sol e em quaisquer condições climáticas, além de ser imune a ataques de guerra eletrônica. É leve e possui um sistema de visualização portátil que possibilita o emprego em missões de reconhecimento do campo de batalha, vigilância de fronteiras e proteção de instalações e áreas sensíveis.

O Radar de Vigilância Terrestre SENTIR M20 é resultado da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) do Sistema de Ciência e Tecnologia do Exército, em conjunto com a Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS), e conferirá maior capacidade de vigilância às Forças Armadas e ao SISFRON, ao dotar a Defesa com materiais e sistemas de sensoriamento, apoio à decisão e apoio à atuação.

Fonte: CAEx

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18 Comentários

  1. Ele operando do Guarani é uma capacidade prevista ou foi so uma ”gambiarra” na hora para fazer o teste?

      • Não quis dizer no sentido pejorativo, era só para saber se estavam usando como ”plataforma elevada” ou algo assim, não sabia que ele tinha capacidade de eoperar em veículos.

    • Até o momento não me informaram sobre isso.
      Este é um radar terrestre leve, que pode utilizar diversas plataformas veiculares ou navais.

  2. “…o movimento de alvos terrestres, como tropas a pé, viaturas ou helicópteros em voo…”
    Não deveria ser:
    “…o movimento de alvos terrestres, como tropas a pé e viaturas, ou helicópteros em voo…”?

    Também não entendi o que o sol tem a ver com a operação ou desempenho de um radar…

  3. Bastos, uma dúvida. O Guarani Engenharia ainda está em fase de testes? Já existe alguma previsão de operacionalidade desse blindado?

  4. Bastos. Obtive uma informação hoje de que a viatura Guarani 6×6 de Engenharia já está em uso. Recebi esta informação de um oficial da 15ª Cia E Cmb Mec, que fica em Palmas/PR.
    Achei que estava sendo ainda avaliada. Bom saber que o programa está se expandindo.

    • Como foi dito no artigo sobre os testes, os dois kits da Pearson Engineering foram adaptados em duas viaturas da 15ª Cia E Cmb Mec e ainda está em fase de homologação.
      A primeira etapa (testes iniciais) ocorreu no AGSP, a segunda no CAEx (testes de aceitação) e a terceira na 15ª Cia E Cmb Mec (testes operacionais).
      Após a homologação é que serão decididos adquirir novos kits implementos de engenharia e a intenção é de equipar todas as OM’s de engenharia das Brigadas Mecanizadas.

  5. Este Radar tem até capacidade de detectar um combatente rastejando a algumas centenas de metros.

    Desde o início da guerra e da surra dos misséis anti-carro que penso o quanto um equipamento deste fez falta aos comboios e deslocamentos do exército russo.

  6. Boa noite a todos! Bastos, já que este radar consegue detectar alvos em terra e ar, o amigo saberia dizer qual diferença para os radares de saturação de artilharia encomendados ao exército? Seria interessante ter ambos, se possível, instalados em viaturas guarani para acompanhar uma brigada, tropa, etc. E por que não sonhar com sistemas guarani similares aos gepards…
    Saudações!

    • Acredito sua duvida seja sobre s radares de contra-bateria, correto?
      sua função é identificar a a posição da artilharia inimiga a partir do calculo da trajetória balística de seus obuses ou foguetes disparados.

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