General Dynamics apresenta o primeiro protótipo do Griffin II Light Tank

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Esse veículo faz parte do programa MPF (Mobile Protected Firepower), dentro do programa NGCV (Next Generation Combat Vehicle) do US ARMY, e foi apresentado ontem, dia 23, durante a visita do Secretário do Exército, Ryan D. McCarthy, e do vice-chefe do Estado-Maior do Exército, Joseph M. Martin, nas instalações da empresa.

Os militares do Exército Brasileiro estão muito interessados nesse projeto, que apesar de estar na das faixa de peso de 30 toneladas, poderá influenciar o futuro Carro de Combate que substituirá os CC Leopard 1A5, que deverá ser da faixa de até 50 toneladas.
Mais informações na edição nº 160 da Revisa Tecnologia & Defesa.

10 Comentários

  1. Tantas pessoas acompanham os canais no YouTube, mas não tem nem um comentário aqui parece que o povo tem preguiça de ler! E o Site tem informações ótimas! Parabéns Paulo Roberto Bastos Jr!

    • Pois é Leandro, parece que o publico aqui, aquele que lê e busca mais informação técnica, é bem menor que o pessoal do Youtube, porém tem a vantagem de ter um nível bem mais elevado 😉
      Obrigado pelos elogios e continue por aqui, pois teremos mitas novidades interessantes muito em breve.

  2. Uma boa pro EB, bem completo, de boa proteção e com mobilidade certa pras terras brasileiras. Visto que está nos parâmetros que o MD pediu, tirando a preferência por um canhão de 120mm, cairia como uma luva. Mas, o inimigo de todas as forças armadas tende a atacar impiedosamente, o preço!

  3. Mas foram poucas as informações técnicas… Só se falou da tonelagem do carro e do “interesse” brasileiro. Cadê a arma de tubo? Motor? 6×6 8×8? Equipamentos do veículo? É só protótipo e isso tudo aí é de papel e/ou plástico?

  4. Boa tarde adorei sua reportagem, porém procurei na internet e praticamente não achei mais nada sobre esse blindado; especialmente sobre sua versão anterior o Griffin I, gostaria se possível ter informações e comparações sobre esses dois blindados sua evolução em relação a versão anterior.

  5. Devido ao impacto negativo na economia e desemprego, penso eu que deveríamos priorizar desenvolvimento e producão de material bélico em todas as armas em solo brasileiro. A industria e centros de tecnologia tem condição de fazer isto aqui, como no passado próximo tínhamos o Osório e Tamoio ( que se enquadra nesta filosofia atual ) , do projeto, aço, cerâmica, eletrônica, etc… Resultara em reequipacao das armas e futuras exportações ( caso voltemos a politica externa neutra para atender necessidades do Brasil e náo de parceiros de qualquer vertente ).

  6. Acho que este carro de combate seria bom para o Brasil, principalmente se tiver um canhão de 120mm e uma torre Remax III

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