Fuzil IA2 7,62 é homologado pelo Exército

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O Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro (EB) publicou a portaria DCT/C Ex N º 015, de 25 de fevereiro de 2021, homologando o relatório de avaliação do fuzil de assalto 7,62mm IA2 (Fz Ass 7,62 IA2), fabricado pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), considerando-o CONFORME.

Na portaria foram determinadas algumas poucas correções e melhorias, descritas em relatórios, bem como atualização do manual de operação e manutenção da arma e recomendou novos procedimentos para execução de tiro após imersão em água, nos exemplares a serem adquiridos pelo EB. A Diretoria de Fabricação (DF) já está em negociação para a aquisição de um lote piloto.

Durante o processo de avaliação o IA2 7,62 realizou testes e avaliações operacionais, inclusive estágios de fundamentos e uma simulação de condições especiais de combate, após emersão em água do mar. Este teste foi conduzido pelo Centro de Avaliações do Exército (CAEx), “Campo de Provas da Marambaia”, com a participação de militares do 1º Esquadrão de Cavalaria Pára-quedista (1º Esqd Cav Pqdt).

10 Comentários

  1. Paulo, boa tarde. Esse fuzil poderia receber um carregador com capacidade para 30 munições, ou há alguma limitação técnica ?

    • Silvio, o sistema de alimentação do IA2 7,62 é o mesmo do FAL, por isso ele é apto a utilizar qualquer carregador dessa arma.
      Porem acho que um carregador de 30 tiros, ou mais, vai deixar a arma demasiadamente pesada.

  2. Coronha não telescópica e sem ajustes como a do SCAR por exemplo.
    Empunhadura vertical muito grande no guarda mão.
    Guarda mão parece oferecer pouca ventilação ao cano.
    Acho que a Imbel deveria rever estes itens do projeto.
    Quem sabe agora com a parceria com a Taurus, eles resolvam reviver o projeto ART da Taurus para nossas SOF,s ?
    Ficando o IA2 para tropa regular.

    • Esse modelo de empunhadura vertical é longo pois ele precisa ser maior que o comprimento vertical do carregador pois é utilizado como apoio para o tiro em posição deitado. Mas é um acessório. Em não havendo necessidade, basta solta lo do trilho e utilizar qualquer outro que o operador julgar ser mais adequado.

    • Esse grip frontal vertical é patenteado por alguma israelense, talvez Fab Defense. Quando o Tavor foi lançado as “amostras” eram equipadas com esse mesmo grip/bipé. Duvido que a Imbel fabricará ele e a tropa regular nunca verá ele num fuzil.

  3. Seria esse o melhor fuzil (e calibre) para equipar as unidades do Comando Militar da Amazônia? Vi muitos colegas e foristas comentando que o 5,56mm não é o ideal para o cenário de selva. Nesse caso esse 7,62mm viria a calhar…

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