O Exército Brasileiro (EB), por intermédio do Departamento de Engenharia e Construção (DEC), realizou a aquisição de um robô de neutralização de artefatos explosivos de fabricação nacional, produzido pela empresa Ambipar Robotics.
A plataforma tecnológica é voltada para a redução da exposição de pessoal a ameaças, atuando na proteção de equipes de desativação de artefatos explosivos em campo. A inclusão do sistema robótico visa atender aos requisitos do Sistema de Preparação para Capacidades de Manutenção da Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece as condições de prontidão de tropas para missões no exterior.
O processo de obtenção do robô foi conduzido pela DEC, com suporte técnico do Sistema Defesa, Indústria e Academia, iniciativa que integra o setor militar ao meio acadêmico e ao mercado corporativo para o desenvolvimento de soluções voltadas à Base Industrial de Defesa nacional.
O robô possui múltiplas funções e é configurado para emprego em missões da ONU, operações militares convencionais, ações de ajuda humanitária e apoio subsidiário à segurança.
A incorporação do material faz parte do planejamento de logística e capacidade operacional da Força Terrestre, disponibilizando novas ferramentas tecnológicas para as atividades de segurança e engenharia.



Fonte: Departamento de Engenharia e Construção
Respostas de 6
O robô é produzido no Brasil por uma empresa brasileira e eles compram apenas um? Como eu queria ter um exército que se preparasse para a guerra e não para a paz.
Por aqui isso é praxe. Veja que somos um país de 8,5 milhões de km² e alguém achou que 36 caças Gripen seriam suficientes para a Força Aérea. Isso é menos que a esquadrilha de vários países do tamanho do RJ.
esse é bom problema das três forças, compram uma única vez e uma unidade do equipamento nacional. Assim a base de tecnologia em defesa e indústria morrem nos primeiros anos.
troca o braço robótico por um MAX ou Remax e segue a tropa
cara eu acho q eles não compraram varios por que precisam ainda testar em campo, geralmente não adianta comprar um aparato(em grandes quantidades) que não foi testado em campo apenas em teste controlado, exemplo disso é muitos equipamentos durante a guerra do vietnã
O importante é que o robô foi construído com tecnologia nacional e não interessa se o EB só comprou uma unidade, pois não será o cliente alvo. Todas as polícias possuem grupos especializados em bombas e explosivos e os robôs são material obrigatório.