Exército e universidades iniciam Projeto S2C2

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Sistema de C2 Pacificador (Imagem: EB)

Exército Brasileiro (EB), através do Centro de Desenvolvimento de Sistemas (CDS) e do Instituto Militar de Engenharia (IME), junto com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Brasília (UnB), deram início ao Projeto Sistema de Sistemas de Comando e Controle (S2C2) com o objetivo de atender às demandas de interoperabilidade da Família de Aplicativos de Comando e Controle da Força Terrestre (FAC2FTer).

A crescente complexidade dos ambientes operacionais no âmbito da Defesa demonstra que a sinergia entre as Forças Armadas é indispensável, tornando a interoperabilidade entre os diferentes braços essencial, principalmente em situações de emergência e de crise interna, como em decorrência de desastres naturais, a colaboração pode se estender às instituições de segurança pública e de defesa civil. Atualmente, o EB conta com soluções tecnológicas desenvolvidas de maneira isolada e que são integradas de forma manual.

O Projeto S2C2 surge com o objetivo de desenvolver, simular e implementar linhas de ação para a interoperabilidade dos sistemas de comando e controle das Forças Armadas, mitigando potenciais erros humanos na transmissão de informação como podem ocorrer na forma manual atual, com cada instituição recebendo a responsabilidade de desenvolver uma área do projeto.

O convênio firmado entre as instituições foi iniciado em setembro de 2021, com prazo de 36 meses, e receberá recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). A equipe da UFRGS é coordenada pelo professor do Instituto de Informática (INF) Edison Pignaton de Freitas e composta pelos professores Dante Barone e Juliano Wickboldt, além de dois bolsistas graduados e seis bolsistas de iniciação científica. Devido às restrições impostas pela pandemia do covid-19, as atividades iniciais do projeto estão sendo realizadas de maneira remota.

Sob a responsabilidade da UFRGS, ficaram as atividades de simulação, seleção e avaliação de linhas de ação para interoperabilidade, abordando aspectos relacionados à modelagem do sistema através de multiagentes e ainda a prototipação de soluções de redes de comunicação capazes de dar suporte ao aspecto distribuído do sistema.

 

Fonte: Instituto de Informática da UFRGS

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