Exército e IDV mais próximos de assinar contrato para mais 420 Guaicurus

No dia de hoje, 17 de abril, no Quartel General do Exército (QGEx), o general de exército Fernando José Sant’ana Soares e Silva, chefe do Estado-Maior do Exército (EME), e Humberto Marchioni Spinetti, presidente da IDV Latin América, assinaram protocolos de intenções relativos à diversificação e ampliação do portfólio de viaturas blindadas produzidas por aquela empresa, em prol da Força Terrestre.

Os acordos firmados têm por objetivo equalizar as aquisições da viatura blindada de transporte de pessoal – média sobre rodas (VBTP-MSR) 6X6 Guarani, cuja gestão é encargo do Comando Logístico (CoLog), bem como formalizar os entendimentos sobre a aquisição de até 420 unidades da viatura blindada multitarefa – leve sobre rodas (VBMT-LSR) 4X4 Guaicurus, cujo contrato, em fase de elaboração, está sob responsabilidade do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), por meio da Diretoria de Fabricação (DF).

A cerimônia contou com a presença de oficiais generais do Alto Comando do Exército e do EME. As aquisições destas viaturas estão inseridas no escopo do Programa Estratégico do Exército Forças Blindadas (Prg EE F Bld), que tem por finalidade modernizar as tropas mecanizadas e blindadas da Força, dotando-as com meios modernos, capazes de proporcionar mobilidade, ação de choque, proteção blindada e poder de fogo.

Fonte: Escritório de Projetos do Exército

 

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Comentários

12 respostas

  1. acho que é muito importante as forças se prepararem sempre, nós temos tudo que os outros países não tem , somos cobiçado pelo mundo todo.

  2. O CMSE vai receber unidades dela em seus batalhões? São Paulo é muito importante ter blindados baseados no estado e na capital.

  3. Reportagem anterior deste site dizia em troca de até 150 Guaranis por 420 Guaicurus (1:2,8). Eu entendi que o EB queria dar no máximo 150 Guaranis para 420 Guaicurus, mas que tentaria reduzir o número de Guaranis para a obtenção dessa mesma quantidade de Guaicurus talvez buscando uma proporção de 1:3.
    Vamos ver qual será o acordo: quantos Guaicurus serão fabricados para cada Guarani que deixar de ser fabricado.

  4. Nada contra essa aquisição as plataformas em si são excelentes.
    mas não consigo entender o porque de não se investir em plataformas nacionais com o Guará 4WS 4X4 ou Inbra Gladiador II ou até mesmo uma versão desenvolvida com base no projeto marruá.
    Deter a capacidade de produzi esse tipo de equipamento é mais importante do que ficar fazendo compras de prateleira

    1. Pelo tempo que demorou e pela grande quantidade que será encomenda deveriam realmente desenvolver o veículo no Brazil, perdemos outra oportunidade!!! O Guará era um veículo importado, uma versão baseada no Marruá não seria possível são veículos de classes distintas, eu apostaria no protótipo da Imbra, sempre foi o meu preferido…

  5. Depois que a Avibrás tirou dinheiro do bolso e fez o Tupi 4×4 testado no Haiti, depois que a mesma companhia construiu o protótipo do Guará 4×4 o EB vem com essa de “importar” os veículos ou montar aqui este carro italiano. Fabricamos tudo que é tipo de carro, camionetes, caminhões, tratores, máquinas agrícolas, locomotivas e até aviões mas para o EB não podemos fabricar um utilitário blindado 4×4. Não estamos em guerra para que justifique a urgência e muito menos a escala. O EB enterra a Base de Defesa Nacional, aumenta a nossa dependência do exterior. É sabido que dentro das forças há as “panelinhas” que defende (faz lobby) este ou aquela produto. Deus queira que não tenhamos que enfrentar uma situação de beligerância. Ficaremos pior que a Ucrânia mendigando uma munição aqui um carro ali. Não espere que a ajuda virá de algum lugar e se vier qual o preço da nossa soberania teremos que pagar. -“Lembrai-vos da Guerra”-.

    1. Concordo com os argumentos que devemos preservar e proteger nossas industrias, mas isso deve ser feito de forma séria a inteligente, incluindo as críticas…

      Depois que a Avibrás tirou dinheiro do bolso e fez o Tupi 4×4 testado no Haiti“, NÃO SEI DE ONDE VOCÊ TIROU ESTAS INFORMAÇÕES MAS ELAS SÃO TOTALMENTE INVERÍDICAS!!!!

      1º. A AVibras não “fez” o TUPY, mas simplesmente pintou um Sherpa APC da francesa RTD nas cores do Exército;
      2º. O Tupy não foi para o Haiti, mas sim o Guará 2, que foi apresentado somente após a concorrência do VBMT-LR e que não atendia os requisitos estipulados, assim como o Gladiador da INBRA;

  6. Bem, considero um projeto mais moderno, completo e tecnologicamente superior ao Humvee norte-americano. Também pus muita esperança no Guará, que a meu ver era o único que poderia cumprir os requisitos. Gosto do Guaicurivis… Mas urge o EB começar a pensar versões mais especializadas dos Guarani.

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