Na última quarta-feira, dia 22 de abril, uma comitiva do Ministério da Defesa do Brasil (MD) composta pelo secretário de produtos de defesa (SEPROD), Heraldo Luiz Rodrigues; o diretor de promoção comercial, general de brigada Luís Claudio Brion Cardoso; o representante da Adidância de Defesa e do Exército na Alemanha, coronel R/1 Antunes; e o capitão R/1 Vagner Berbat, do departamento de comunicações, visitou a fábrica da Rheinmetall na cidade de Unterlüß, na Alemanha.
Durante a visita as instalações, a delegação teve uma demonstração dinâmica da viatura blindada de combate de fuzileiros (VBC Fuz) LYNX KF41, equipado com a torre LANCE 2.0 e armada com um canhão MK30-2/ABM, de 30×173 mm, e uma visita guiada a sua linha de produção, bem como pelas áreas dedicadas à produção de munição e peças de artilharia.
O LYNX é uma das viaturas oferecidas para o Programa da Nova Família de Blindados sobre lagartas do Exército Brasileiro.
Com informações e imagens da Rheinmetall
Respostas de 17
Não há dúvidas quanto a qualidade dos blindados alemães e não apenas neles. A MB, por exemplo, parece bem satisfeita com as qualidades e ritmo de produção das fragatas classe Tamandaré.
Para mim, as principais questões seriam de ordem financeira e de ordem política: o preço dos blindados em si e o BAFFA que pode restringir entregas ou exportações para países A ou B.
realmente ja passamos por sufoco para exportar o guarani por causa dessas restrições. acho que seria melhor embarcar nas soluções da turquia.
O Brasil precisa abrir os olhos para as FFAA. Os políticos tem que entender que a importância de investimento pesado nas 3 Forças e ai eu incluiria a PF e PRF devido a extensão territorial! E a minha preocupação não eh com os países da America do Sul! Passamos decadas sem investimentos descentes e salários apertados por isso assistimos uma debandada de oficiais para a iniciativa privada. Não temos uma artilharia descente de médio alcance e menos ainda uma de longo alcance! Precisamos investir em drones, deveríamos fazer como a OTAN esta fazendo, chamar a Ucrânia e verificar a possibilidade deles nos ensinarem esse novo modelo de combate e fecharmos acordo de cooperação ma area de drones! Isso vai muito alem de ideologias, eh questão de sobrevivência e demanda tempo e muito estudo para não comprarmos equipamentos errados! Alem de trazer tecnologia para a nossa industria bélica que hoje praticamente não existe, outro assunto que precisamos discutir e resgatar! E termos o acompanhamento de perto do TCU para não ocorrer desvios neste projeto! Se continuarmos nesse passo de tartaruga eh melhor terceirizar a defesa para os EUA, Europa ou China! Eu fico espantado como os militares não fazem a pressão devida junto aos politicos, ficam muito cheios de dedos! Ta na hora de bater na mesa! Caso contrário daqui ha 20 ou 30 anos ainda estaremos montando o Gripen, Astros, submarino nuclear….. enquanto ate nossos vizinhos estarão na vanguarda! A Argentina já começou, o Chile ja eh considerada a melhor força junto com a Colombia, o Peru está caminhando ! Espero que o Congresso acorde e entenda a situação das FFAA.
Não sei se a proposta será a melhor, mas como produto acho este o melhor, provavelmente deve ser o mais caro também.
Daí você compra e não entrega porque o país do fabricante pode acordar de “mal humor” e colocar sua lei BAFA em ação . . . Melhor não!
O Brasil precisa fazer negócios militares com todos países na área militar mas com transferência de tecnologia cse não fizer assim fica limitado com peças de reposição com a OTAN
falou tudo. comprar, mas sem ficar dependente de material de reposição.
Dentre os “MBTs” oferecidos, que na vdd são MMBTs, o Lynx com a torre hitfact 2 me parece o mais capaz, tanto em proteção como em tecnologia embarcada, preço na casa dos 10 milhões de dólares por unidade mas o tal do Baffa é algo a se pensar. Tulpar com a torre hitfact 2 tbm seria uma boa opção e no caso da proposta, tenho certeza que a Otokar estaria muito mais disposta a transferir tecnologia que os alemães.
pode comprar de olhos fechados, mais precisamos investir em tecnologia nacional, principalmente em drones mísseis, caças helicóptero, fragatas mais avançada e uns 30 submarinos além é claro um sistema anti aéreo super avançado.
O assunto é necessariamente complexo. A transferencia de tecnologia nao e garantida. A ideia de consumidor de prateleira ainda é uma realidade. A questao objetiva é que o pais atingiu uma capacidade industrial capaz de suprir boa parte de nossas necessidades militares. Os europeus, particularmente Alemanha, Itâlia e França podem oferecer parcerias boas nao porque queiram apoiar o Brasil, mas porque nao tem como concorrer com as tres superpotencias do século XXI, vide as dificuldsdes do caça de sexta grraçao hispano-franco- germanico
a hora para o Brasil se apresenta relativamente favorâvel
Os produtos alemães na área de defesa, são de primeira linha. Resta saber se as condições orçamentárias, bem como sua manutenção, além da vontade política, irão fazer da possibilidade, uma realidade operacional para o EB. Fechou-se contrato com os italianos e suecos, e até agora, vimos apenas um punhado de produtos, em cronogramas amassadíssimos, que pouco, ou até mesmo nada, atendem as expectativas das referidas Forças.
Abrangência as tecnologias estão abastecendo acordos e oferecendo manutenção a tratados assim podermos dormir a noite
Braço Forte Mão Amiga
Não existe garantia na transferência tecnológica. sempre fui contra as compras com TOT.
América Latina precisa expandir seus horizontes e ampliar o leque der fornecedores. Sempre Europa e EEUU.
Existem ótimas opções como Koreia e Turquia.
A Alemanha realmente tem produtos melhores e a transferência depende de Acordos e Garantias Comerciais e além disto tem Grande diversidade de Equipamentos, tanto para ataque como para Defesa, para negociar com eles, tem que ter uma visão pragmática de mundo, e interesses claros e definidos
Custo benefício e transferência de tecnologia igual do Caça Gripen.
O Lynx sem dúvida é o melhor MMBT com a torre Hitchfact e o IFV com a torre UT30MK2… essa decisão irá impactar as forças blindadas por décadas.
A opção da Turquia é incomparavelmente melhor que a da Alemanha em todos (sim, TODOS) os sentidos. O EB nem deveria ter gasto com esta visita!!!