Arsenal de Guerra do Rio comemora 260 anos

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Em 1º de março, o Arsenal de Guerra do Rio (AGR), comemora 260 anos de criação, bem como, 260 anos de bons serviços prestados ao Exército Brasileiro!

Nesses mais de dois séculos e meio de existência, fez-se presente sempre que demandado pela Força Terrestre no apoio, produção e revitalização a nível indústria dos mais variados Materiais de Emprego Militar (MEM) utilizados pelas tropas no Teatro de Operações, desde batalhas de tempos idos, ocorridos ao longo do século XIX: Revoltas Regenciais, Guerra do Paraguai, Guerra de Canudos; até eventos mais atuais, como a Revolta da Armada, Segunda Guerra Mundial e atuações em demais episódios da História Militar Brasileira. Dessa feita, desde seu surgimento ainda os tempos do Brasil Colônia (1762) até os dias atuais, fruto de sua importância vital no segmento militar fabril, é considerado como precursor da indústria bélica brasileira.

Atualmente, adequado às novas tecnologias e processos industriais de vanguarda e, inserido no Sistema de Fabricação (SisFab), sob a coordenação da Diretoria de Fabricação (DF), o AGR orgulha-se de ser reconhecido como um verdadeiro pólo tecnológico militar de referência no segmento bélico fabril, possuindo um rico e variado número de produtos em seu portfólio de fabricação, como os morteiros 120, 81 e 60 mm; equipamentos de engenharia: portada tática Leve e a passadeira flutuante de alumínio; materiais de comunicações e eletrônica; materiais de optrônica: equipamentos de visão noturna; além de kits de blindagem para viaturas.

Parabéns ao Arsenal de Guerra do Rio, Organização Militar Fabril do Exército há 260 anos apoiando com êxito e maestria o Exército Brasileiro; honrando suas origens e ratificando seu lema:

“Tradição, Eficiência, Modernidade”!

 

Fonte: Comunicação Social do AGR

2 Comentários

  1. Merecia ganhar de niver um chão de fabrica novo e reforçado, umas impressoras 3D de metal e tornos mecânicos digitais ne

  2. O AGR merece receber investimentos para desenvolvimento de obuseiros. Um país da nossa dimensão não possuir um obuseiro “caseiro” não faz sentido. Mesmo que seja rebocado e de 105mm, já seria uma bela ferramenta tática.

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