Angola conclui aceitação do HT-100 Naval

A Marinha de Angola concluiu com sucesso a fase de testes de aceitação de fábrica dos seis drones de asas rotativas HT-100 da ANAVIA, após uma série de ensaios conduzidos entre 24 e 28 de agosto nas instalações da empresa em Bilten, na Suíça. Os sistemas fazem parte do programa naval de 1 bilhão de euros que inclui a aquisição de três corvetas BR71 MKII Combattante, do estaleiro Abu Dhabi Ship Building (ADSB), pertencente ao EDGE Group.

Durante a avaliação, foram realizados os primeiros voos operacionais dos seis sistemas HT-100 NAVAL, que já foram entregues a Angola, ampliando e modernizando as capacidades de vigilância e segurança marítima do país. Cada corveta terá dois HT-100 equipados com sensores eletro-ópticos, capazes de fornecer imagens de TV convencional e infravermelho, e que serão integrados aos sistemas de gerenciamento de combate dos navios.

Na sequência, serão realizados, em Angola, testes de mar da capacidade integrada a bordo das embarcações, aproximando o programa da entrada em operação junto à Marinha de Angola.

Segundo Ishan Sahgal, cofundador e CEO da ANAVIA, “este marco demonstra nossa capacidade de entregar um sistema completo e totalmente autônomo para operações embarcadas, cuidadosamente adaptado aos requisitos operacionais do cliente. A estreita cooperação com a Marinha de Angola, o EDGE e nossos parceiros industriais demonstra nossas capacidades inovadoras e fortalece ainda mais a confiança internacional em nossos produtos.”

A primeira embarcação da classe, a NRA Ekuikui II, foi lançada em Cherbourg, na França, enquanto a segunda está em construção na ADSB, em Abu Dhabi, e a terceira na CMN Naval, também em Cherbourg.

Para Khaled Al Zaabi, presidente de Plataformas e Sistemas do EDGE Group, “a conclusão bem-sucedida dos Testes de Aceitação em Fábrica representa um marco importante na entrega dessa capacidade avançada à Marinha de Angola. Por meio da estreita colaboração entre EDGE, ADSB e ANAVIA, estamos combinando plataformas navais e sistemas não tripulados para oferecer uma solução integrada, alinhada aos requisitos operacionais de Angola.”

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