Thales Alenia Space construirá o satélite Nilesat-301

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Thales Alenia Space construirá o satélite Nilesat-301.

Cannes, 5 de dezembro de 2019 – A Thales Alenia Space, uma joint venture formada entre a Thales (67%) e a Leonardo (33%), anunciou hoje a assinatura de um contrato com a operadora egípcia Nilesat para construir o satélite de comunicações geoestacionário Nilesat-301, após vencer uma concorrência que contou com a participação de diversos concorrentes internacionais.

Posicionado a 7° Oeste, o Nilesat-301 trabalhará com o Nilesat-201 para oferecer serviços de banda Ku para o Oriente Médio e o Norte da África. O Nilesat-301 também ajudará a empresa a estender o fornecimento de comunicações em banda Ku e serviços de transmissão digital direta em duas novas grandes regiões da África, além de oferecer conectividade de banda larga Ka-band em todo o Egito.

Como contratada principal, a Thales Alenia Space será responsável pelo desenvolvimento, produção e testes do satélite, além dos testes de aceitação em órbita. A Thales Alenia Space também fornecerá sistema de controle do satélite para a Nilesat tanto no Cairo quanto em Alexandria.

O satélite ficará baseado na plataforma Spacebus 4000-B2 e pesará cerca de 4 toneladas no lançamento, que está previsto para o primeiro trimestre de 2022.

O satélite terá uma vida útil superior a 15 anos.

Depois do Nilesat-201, o Nilesat-301 é o segundo satélite de comunicação geoestacionário construído pela Thales Alenia Space para a Nilesat.

É também a quarta carga útil (payload) desenvolvida pela Thales Alenia Space para a operadora egípcia.

“Estou contente que a Nilesat e seu Chairman e CEO, o General Ahmed Anis, continuam a depositar sua confiança em nós”, disse Jean-Loïc Galle. Presidente e CEO da Thales Alenia Space. “Essa conquista prova que nossas soluções de telecomunicações oferecem respostas perfeitas às necessidades do mercado e que somos perfeitamente capazes de fornecer soluções personalizadas que atendem aos requisitos específicos de cada operadora, para aprimorar a conectividade global e reduzir o fosso digital”.

 

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