IHM Stefanini participa da construção do primeiro submarino nuclear do Brasil.

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“Ajudar o Brasil a entrar nesse seleto grupo envolve grande responsabilidade, mas é também uma honra, um reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido e da confiança da marca, dado que o projeto envolve a segurança do País”, destaca José Luiz Moreira, CEO da IHM Stefanini.

IHM Stefanini, venture da Stefanini focada no setor industrial, anuncia sua participação na construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, o SN Álvaro Alberto.

O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), estabelecido, em 2008, pelo Governo Federal, por meio de um acordo de transferência de tecnologia firmado entre Brasil e França.

A coordenação do projeto será feita pela Naval Group, grupo industrial francês, referência mundial em defesa naval e que tem o Governo da França como principal acionista.

O grupo selecionou empresas parceiras para trabalhar no Brasil por meio de rigorosas avaliações e auditorias que, além da competência técnica, consideraram também a capacidade de gerir projetos de alta complexidade.

Em meio a mais de 70 empresas, a IHM Stefanini foi a escolhida para fornecer uma série de equipamentos e serviços de controle e supervisão para o funcionamento do submarino, num processo avaliativo e de auditoria que durou quase dois anos.

O projeto prevê a concepção do sistema IPMS (Integrated Platform Management System), o fornecimento dos painéis de PLC e remotas, a configuração dos PLCs e redes industriais, a configuração do supervisório para interface de controle e a concepção das redes e dos sistemas de cybersecurity, além de um rigoroso sistema de testes para garantir o perfeito funcionamento dos serviços e equipamentos a serem fornecidos.

Um grupo de engenheiros da IHM Stefanini receberá treinamento durante quatro meses em Ruelle-sur-Touvre, na França, onde está localizado o centro de excelência em equipamentos navais do Naval Group.

Um submarino com propulsão nuclear tem como vantagem a capacidade de ficar submerso por tempo indefinido, sendo o estoque de mantimentos e a estabilidade física e psíquica da tripulação as únicas limitações.

Atualmente, apenas seis países no mundo possuem submarinos nucleares: Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido, França e Índia.

 

“Ajudar o Brasil a entrar nesse seleto grupo envolve grande responsabilidade, mas é também uma honra, um reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido e da confiança da marca, dado que o projeto envolve a segurança do País”, destaca José Luiz Moreira, CEO da IHM Stefanini.

3 Comentários

  1. Que seja o mais rápido possível, Itaguaí RJ também precisa de, emprego, São muito chefes de família desempregados!!!

  2. Eu, João Augusto Santos Freitas, 68 trabalhei na MB como ETM, Engenheiro de Tecnologia Militar, fazendo manutenção, projetos de instalação e supervisionando técnicos e artífices durante a construção e modernização das Fragatas Classe Niterói e Corvetas Inhaúma e Barroso. Fico muito feliz e tomar conhecimento que o Governo Brasileiro está mantendo o desenvolvimento este projeto de Submarinos tão importante na modernização da Frota Naval Brasileira. Parabéns e sucesso. Engenheira Ana Paula Albuquerque obrigado por me enviar este comunicado. Abraços e sucesso.

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