Projeto RDS-Defesa avança

No dia 19 de dezembro a empresa AEL Sistemas realizou a entrega da primeira versão do Módulo de Rádio Frequência (RF) e do Módulo de Alimentação (MA) do RDS-Defesa.

O evento, ocorrido nas dependências do Núcleo de Inovação e Pesquisa em Comunicações Aplicadas a Defesa (NIPCAD) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), encerra com sucesso o 1º ciclo de P&D dos Módulos de Rádio Frequência (RF) e de Alimentação (MA) do Projeto RDS-Defesa.

Destaca-se que as equipes técnicas do CTEx, da AEL e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) realizaram testes preliminares que constataram que os protótipos entregues atenderam plenamente às especificações previstas para este 1º ciclo de P&D.

No 2º ciclo, que será realizado em 2019, em paralelo com a fase de integração, os módulos de RF e Alimentação serão atualizados e aperfeiçoados para atender às especificações completas do RDS-Defesa.

A referida entrega é um importante marco do projeto, já que os dois módulos estão funcionais, o que permitirá a execução da fase de integração com os demais módulos do RDS-Defesa ao longo de 2019, com previsão de avaliação do protótipo do Rádio em 2020, no CAEx.

Rádio Digital Brasileiro

O RDS utiliza uma forma de onda digital (narrowband), desenvolvida por pesquisadores do CTEx e do CPqD.

A utilização do Sistema Gerenciador do Campo de Batalha (GCB) com o RDS-Defesa permite disseminar entre as tropas as informações colhidas no terreno.

As informações melhoram a consciência situacional dos comandantes e auxiliam na tomada de decisão. A motivação para essa integração é ganhar vantagem no cenário operacional tático.

Qualquer informação da movimentação do inimigo observada por uma tropa amiga pode ser enviada em tempo real para o tomador de decisões das ações a serem aplicadas no teatro de operações.

O projeto RDS-Defesa é conduzido pelo CTEx (envolvendo a tríade CTEx, AEL e CPqD) e tem a capacidade de prover soluções aderentes à doutrina e aos cenários de emprego específicos da atuação das Forças Armadas.

O equipamento confere eficiência, disponibilidade e segurança nas comunicações, tanto no que toca à guerra eletrônica, quanto aos aspectos ligados à cibernética.

O usuário do RDS tem a possibilidade de escolher formas de onda (padrões de comunicações) e de introduzir novas formas de onda no teatro de operações.

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