F-5M do 1º GAvCa ganham adesivagem comemorativa

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Os aviões de combate F-5M Tiger II do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAvCa) completaram dez anos de operação na unidade aérea após passarem por modernização.

Em celebração à data, uma adesivagem especial foi feita na cauda das aeronaves. A arte leva os símbolos que identificam o avião e a unidade aérea, ou seja, o tigre e as bolachas do Esquadrão Jambock (1º/1º GAvCa) e do Esquadrão Pif-Paf (2º/1º GAvCa).

Além disso, possui também as cores da bandeira do Brasil, representando o foco da missão da Força Aérea Brasileira.

(Imagem 1º GAvCa)
(Imagem: 1º GAvCa)

“O F-5 modernizado representou um salto para um novo horizonte de possibilidades na Aviação de Caça. Após dez anos, esse salto se tornou uma transição mais tranquila e normal para os novos pilotos provenientes das unidades de A-29 Super Tucano. Até a chegada dos novos vetores, os Gripens, os F-5M permanecerão sendo a ponta da lança da FAB, sempre prontos para responder a altura qualquer necessidade de defesa dos céus do nosso Brasil”, explicou o comandante do 1º GAvCa, tenente-coronel Rubens Gonçalves.

(Imagem 1º GAvCa)
(Imagem: 1º GAvCa)

Em outubro de 2006, o 1º GAvCa recebeu seu primeiro F-5M. A aeronave, que já operava no País desde 1975, passou por modernização e atualização de seus equipamentos.

Recebeu o radar Griffo, sistema de enlace de dados com criptografia (datalink), sistema de contramedidas eletrônicas (RWR, chaff e flare), mira montada no capacete (HMD – Helmet Mounted Display), atualização do armamento que inclui os mísseis ar-ar Derby (míssil com guiamento radar ativo) e Python IV (míssil com guiamento passivo infravermelho). “Os avanços tecnológicos inseriram a FAB na era do combate além do alcance visual (BVR – Beyond Visual Range)”, afirmou o comandante do 1º GAvCa.

O Grupo vem aperfeiçoando a doutrina e as táticas de combate na aeronave. A unidade aérea participou de exercícios operacionais internacionais como Red-Flag, Cruzex e Salitre. Esse ano, os caças F-5M foram empregados na defesa aérea do País durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, onde completaram 20 mil horas de voo no 1º GAvCa.

Ivan Plavetz