Exército inicia nova fase no processo de obtenção de drones de ataque

No dia de hoje, 20 de março, a Diretoria de Fabricação (DF), órgão integrante do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro (EB), lançou o edital para a realização de pré-qualificação de sistemas de aeronaves remotamente pilotadas (SARP) de ataque, isto é, os drones lançadores de munição e sistemas de munições remotamente pilotadas, nos quais se incluem os drones kamikazes e as munições vagantes.

Esse projeto vislumbra a possibilidade de que o desenvolvimento final e/ou produção dos SARPs sejam conduzidos em parceria com o EB, com apoio direto da DF, por meio de seus Arsenais de Guerra, sendo que o processo as seguintes categorias:

  • Categoria 1: Drone nível tático, ultraleve e de curto alcance, empregado por pelotões, grupos de combate ou pequenas subunidades, com peso máximo de decolagem (PMD) até 2 kg, operando até 400 ft de altitude, com raio de ação de até 15 km (Linha direta de visada) e autonomia mínima de 20 a 25 minutos, destinado principalmente à observação e reconhecimento imediato da área de interesse; e
  • Categoria 2: Drone tático leve, empregado por unidades ou brigadas, com PMD até 15 kg, operando até 3.000 ft de altitude, com raio de ação de até 25 km (Linha direta de visada) e autonomia mínima de 50 minutos, destinado a missões de vigilância, reconhecimento e aquisição de alvos em apoio às operações táticas.


Na etapa anterior, a requisição de informações (“request for information” – RFI), 37 empresas, sendo 33 nacionais, demostraram interesse em participar do projeto.

O edital, contendo as regras de participação, prazos e demais disposições, está disponível no site da DF: http://www.df.eb.mil.br.

Em outubro do ano passado, integrantes das empresas Mac Jee e Aero.ID realizaram uma apresentação de drones de reconhecimento e ataque nacionais no AGR (Foto: DF)


Com informações e imagens da Diretoria de Fabricação

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Respostas de 9

    1. Deram uma injeçãozinha de susto na defesa
      reparou?
      nunca olharam para investimentos
      mais foi necessario um susto
      se bem que se alguém quiser invadir sendo potencial isso não adianta muita coisa
      O Brasil parou muito no tempo na área da defesa

  1. o Brasil deveria ser mais rápido possível,cópia o sarhed iraniano,faz um copiando todo mundo hoje cópia os as que deram certos até os americanos copiaram.

  2. É uma pena ver que as autoridades brasileiras do passado não tenham dado a devida atenção a projetos nacionais nessa área. Hoje, as Forças Armadas precisam correr pra não ficarem tão atrás.

  3. Importante ação levada a cabo pela DF do EB. Contudo o que eu particularmente não entendo e o fato da IMBEL, uma empresa 100 % nacional sob administração do Ministério da Fazenda e vinculada diretamente ao EB já não ter uma iniciativa nesse campo através de parceria internacional. Ao menos em relação ao primeiro Item referente a drone de categoria 1 para ações de reconhecimento táctico.

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