Exército adquire mais quatro lanchas blindadas para operações ribeirinhas

Conforme antecipado por T&D, no dia de hoje, 24 de fevereiro, a Diretoria de Fabricação (DF) e o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) assinaram o Termo de Execução Descentralizada (TED), para a fabricação de quatro Embarcações Patrulha de Grupo Blindada Tipo II (EBT2), no âmbito do Projeto de Obtenção de Embarcações Blindadas (POEB).

A cerimônia contou com a presença do diretor de fabricação do Exército, general de divisão Tales Eduardo Areco Villela, e do diretor do AMRJ, contra-almirante (EN) Mauro Nicoloso Bonotto, responsáveis pela assinatura deste novo TED, bem como do diretor industrial da Marinha, vice-almirante Manoel Luiz Pavão Barroso.

A contratação decorre do desempenho satisfatório das cinco amostras da Lancha de Operações Ribeirinhas da Classe São Félix do Araguaia (LOpRib-SFA), obtidas no primeiro TED entre a DF e o AMRJ, entregues em 2024 e 2025 e validadas em emprego real pelo Exército Brasileiro (EB) nos Comandos Militares da Amazônia (CMA), Norte (CMN), Oeste (CMO) e Sul (CMS). Devido aos “feedbacks” dos usuários, ocorrerão evoluções contínuas e, neste novo lote já serão contempladas essas melhorias, por meio de customizações que originam a EBT2.

Concebida para o Teatro de Operações ribeirinho, a embarcação amplia a capacidade de patrulha, fiscalização e reação em áreas de difícil acesso, com blindagem e elevada manobrabilidade.

De acordo com o general Tales Vilella, “este novo TED reafirma e evidencia o trabalho sistêmico entre MB e EB na geração de capacidades e poder de combate, potencializando a presença do Estado com maior efetividade operacional”.


Com informações e imagens da Diretoria de Fabricação

COMPARTILHE

Respostas de 3

  1. parabéns,que venha novas unidades , pois é de fundamental importância para o Amazonas, para combater o garimpos e a pirataria e o tráfico .na defesa do Estado Brasileiro.
    o que refere-se a produção a Marinha mostra capacidade tecnológica e cientifica,mais uma vez parabéns.

  2. Seria importante a Força Aérea Brasileira também adquirir embarcações do tipo, de preferência 5 unidades, uma para a Base Aérea de Belém, outra para a Base Aérea de Florianópolis, uma outra para Companhia de Polícia da Aeronáutica de Santos (SP), além de duas para o Centro de Lançamento da Barreira de Parnamirim (RN) e três para o Centro de Lançamento de Alcântara (MA).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *