O 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1), o “Esquadrão Guerreiro”, da Marinha do Brasil (MB), atingiu a marca de 12 mil horas de voo com os helicópteros SH-16 Seahawk, consolidando um importante marco operacional para a aviação naval brasileira. O feito foi alcançado em 9 de fevereiro, durante uma missão de treinamento realizada com o emprego de óculos de visão noturna (OVN), evidenciando o elevado nível de preparo e adestramento das tripulações.
Segundo a Marinha, a conquista reflete o esforço contínuo e o alto grau de profissionalismo dos militares do Esquadrão, além da elevada prontidão operacional e da eficiência na manutenção das aeronaves, resultado da atuação integrada entre equipes técnicas e tripulações. Ao longo de sua trajetória, o SH-16 consolidou-se como vetor essencial das capacidades de guerra antissubmarino e antissuperfície da Esquadra, ampliando significativamente o poder de vigilância e resposta da força naval.
Designação adotada pela Marinha para o helicóptero MH-60 Seahawk — variante especializada do S-70 Black Hawk para operações navais —, o SH-16 é empregado em missões de guerra antissubmarino (ASW) e antissuperfície (ASuW), vigilância marítima, esclarecimento, apoio a operações navais e busca e salvamento. As seis aeronaves atualmente em operação foram entregues entre 2012 e 2018.
Baseados na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), os helicópteros incorporam sensores avançados, radar multimodo, sonar de imersão, sistemas de guerra eletrônica e armamentos guiados, ampliando a capacidade de projeção de poder e controle de área da força naval brasileira e consolidando-se como um dos principais vetores da aviação de asas rotativas do país.
Ao celebrar o marco, o Esquadrão HS-1 reafirmou seu compromisso com a segurança de voo e com a excelência no cumprimento das missões atribuídas pelo Comando da Força Aeronaval. Com foco na evolução contínua do adestramento, a unidade também se prepara para operar a partir das futuras Fragatas Classe Tamandaré, o que deverá ampliar ainda mais o potencial operacional dos SH-16 no âmbito da Esquadra brasileira.
Via Marinha do Brasil