Operação ATLAS – Tem início a parte anfíbia do exercício

Operação mobiliza 3.400 militares e observadores estrangeiros em um dos exercícios navais mais complexos do mundo

A Marinha do Brasil (MB) está conduzindo, até 5 de dezembro, a Operação ATLAS ANFÍBIA, na área marítima entre a Ilha de Marambaia (RJ) e Itaoca (ES). A ação, que começou nesta terça-feira, dia 26 de novembro, integra um amplo exercício militar que envolve um apurado sistema de comando e controle para a execução de operações anfíbias, consideradas entre as mais complexas do ambiente naval.

A operação anfíbia se desdobra em distintas fases, com a missão principal de realizar o desembarque de tropas, por meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, para a conquista simulada de uma praia hostil. Para tanto, estão sendo empregados cerca de 3.400 militares, dos quais 1.500 fuzileiros navais realizarão técnicas de infiltração, ações de reconhecimento e exercícios terrestres de deslocamento tático.

Acompanham a Operação ATLAS ANFÍBIA observadores estrangeiros da Arábia Saudita, Argentina, Camarões, Egito, Espanha, França, Índia e Reino Unido, além de 12 servidores civis brasileiros.

Encontram-se embarcados o Comandante em chefe da Esquadra, vice-almirante Antônio Carlos Cambra, e o comandante da 1ª Divisão da Esquadra, contra-almirante Marcelo do Nascimento Marcelino, que é o comandante da Força Tarefa Anfíbia, responsável por executar as atividades relacionadas ao emprego do Poder Naval.

Os seguintes meios da MB estão envolvidos na Operação:  

  • Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico (A140);
  • Navio Doca Multipropósito (NDM) Bahia (G40);
  • Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Almirante Saboia (G25);
  • Fragatas Liberal (F43) e Independência (F44);
  • Corveta Barroso (V34);
  • Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) Camboriú (L12) e Marambaia (L20);
  • Embarcações de Desembarque de Veículo e Material (EDVM) Cagarras (807) e Cataguazes (808);
  • Helicópteros UH-12 Esquilo, AH-15B e UH-15 Super Cougar, SH-16 Seahawk e AH-11B Super Lynx;
  • Aeronave Remotamente Pilotada RQ-1 ScanEagle;
  • Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf);
  • Blindados 8X8 Piranha e 4X4 JLTV; e
  • Veículo de Superfície Não Tripulado (VSNT).


Fonte: Marinha do Brasil / Comando em Chefe da Esquadra

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