2º BIL passa a integrar a Força Estratégia do Exército

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O 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º BIL) passou a ser uma tropa aeromóvel e a integrar uma das Forças de Emprego Estratégico nível um do Exército Brasileiro, no dia 1º de março. Como consequência, permanece em constante estado de prontidão, com sua tropa organizada e adestrada todos os dias do ano. A nova configuração faz parte das mudanças estratégicas e do processo de transformação da Força, por meio do qual o comandante do Exército reorganizou a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), assinando portaria em 4 de fevereiro de 2022.

Com essa reorganização, o 2º Batalhão de Infantaria Leve, que estava subordinado à 11ª Brigada de Infantaria Leve, passou a integrar a 12ª Brigada de Infantaria Leve – Aeromóvel (12ª Bda Inf L – Amv), que é subordinada ao Comando Militar do Sudeste (CMSE) e à 2ª Divisão de Exército (2ª DE). A brigada está vinculada, ainda, para fins de planejamento, preparo e emprego, ao Comando de Operações Terrestres (COTER).

A mudança contribui para a ampliação da capacidade militar terrestre, atendendo à concepção estratégica da força, e vai ao encontro do objetivo estratégico 01 do plano estratégico do Exército para o quadriênio 2020-2023, que é contribuir com a dissuasão extrarregional, ampliando a capacidade operacional, a mobilidade e elasticidade da Força.

Fonte: 2º BIL

4 Comentários

  1. Essa unidade está equipada com fuzis Imbel calibre 5,52, correto? Quais seriam os principais fatores em prol e contra a utilização de calibre 7,62? Obrigado

  2. Notícia interessante. Só gostaria de saber com quais meios esta Brigada Aeromóvel será transportada no caso de ser empregada num assalto vertical, por exemplo. Onde ela deverá ser toda transportada via aérea? Imagino que para isso, 1/3 dela seria a “Ponta de Lança” – cerca de 1.000 soldados, que deverão ser colocados no campo de batalha mais ou menos no mesmo lapso de tempo. Então, mil homens precisam de quantos helicópteros? Em quantas vagas seriam transportados para o campo de batalha? E, mais uma curiosidade – quais equipamentos estão sendo disponibilizados para essa unidade – ATGM, Defesa Aérea, Fuzis de Assalto Melhores e de Precisão, Lançadores de Granadas, Morteiros, Artilharia Leve, NVG, luvas e cordas para rapel, equipamentos para designar alvos, óculos balísticos,…!? Muito obrigado.

  3. Só para complementar, vi em outra reportagem que o número de aeronaves (helicópteros) reunidos para o apronto operacional da 12ª Brigada de Infantaria Leve Aeromóvel era de 22 unidades. Na maioria, do tipo Esquilo (Fennec). Nas unidades de cavalaria aeromóvel de outros exércitos o número de meios aéreos e muito superior. Fica a dúvida!

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