Submarino “Riachuelo” realiza teste de imersão estática.

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O Submarino “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica em construção no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), foi submetido, com sucesso, no dia 20 de novembro, ao teste de imersão estática, procedimento decisivo para avaliação de suas condições de estabilidade no mar.

O “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica em construção no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (PROSUB), relizou nesta quinta-feira (21/11)o  teste de Imersão Estática, procedimento decisivo na avaliação de sua estabilidade no mar.

O teste, realizado em área marítima próxima ao Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, litoral Sul do estado do Rio de Janeiro, é o primeiro de uma série de avaliações que precederão a entrega definitiva do “Riachuelo” ao Setor Operativo – Comando da Força de Submarinos, prevista para o segundo semestre de 2020.

O teste foi realizado na área sul da Ilha de Itacuruçá, a cerca de 4 milhas náuticas do Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, local onde foi instalada uma boia poitada ao fundo à qual o submarino permaneceu amarrado até seu retorno à superfície.

A imersão estática do “Riachuelo” consiste na admissão controlada da água nos tanques de lastro do submarino, até a sua imersão completa, sem utilizar sua propulsão.

Desse modo, é possível aferir não apenas a estanqueidade e estabilidade do submarino quando mergulhado, mas também coletar dados sobre o volume de água que foi admitido nos tanques internos, essenciais para o conhecimento do seu deslocamento total.

O teste foi realizado na área sul da Ilha de Itacuruçá, a cerca de 4 milhas náuticas do Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, local onde foi instalada uma boia poitada ao fundo à qual o submarino permaneceu amarrado até seu retorno à superfície.

Os testes em ambiente operacional do “Riachuelo” representam mais um passo importante no cronograma do ProSub, um programa alinhado à Estratégia Nacional de Defesa. Além de contribuir para o fortalecimento do Poder Naval brasileiro, o ProSub prioriza a aquisição de componentes fabricados no País, estimulando o crescimento do parque industrial nacional, e atesta a elevada capacidade tecnológica absorvida pela Marinha do Brasil e pela Itaguaí Construções Navais (ICN) na construção de navios de alta complexidade.

Em outubro deste ano, a Marinha concluiu mais uma importante etapa da construção do segundo dos quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica previstos no ProSub. Naquele mês, houve a união das cinco seções que integram o Submarino “Humaitá”.

A imersão estática foi o primeiro de uma série de testes de aceitação no mar, que serão conduzidos a partir de dezembro deste ano. As avaliações terão por finalidade verificar o desempenho da plataforma, dos equipamentos e dos sistemas do submarino, tanto na superfície como em imersão, a serem conduzidos pela tripulação de recebimento, sob a fiscalização da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear e a responsabilidade da Itaguaí Construções Navais (ICN) / Naval Group. Ao final, será realizado o lançamento de torpedos F21 e de mísseis submarino-superfície SM-39, com o objetivo de testar a eficácia do sistema de combate.