PHM Atlântico é transferido para o Setor Operativo da Marinha do Brasil.

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Assinatura do termo de transferência.

No dia 5 de setembro, no Cais Norte do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), foi realizada a Cerimônia de Transferência de Subordinação do Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” para o Setor Operativo da Marinha do Brasil.

A transferência de subordinação do PHM “Atlântico” deve-se ao fato de ser o Setor do Material ser o responsável por coordenar e executar a obtenção de meios navais, enquanto o Setor Operativo é o responsável pelo emprego adequado desses meios, contribuindo, assim, para o cumprimento das atribuições da Marinha do Brasil.

A cerimônia, presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, contou com as presenças do Ministro de Estado da Segurança Pública, Raul Jungmann, e o Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR), General de Exército Sergio Westhphalen Etchegoyen, e demais membros do Almirantado.

Também participaram o ex-Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho, outras autoridades militares e convidados civis.

Durante a cerimônia, foram assinados o Termo de Transferência de Subordinação e o Livro do Navio.

O Navio

O PHM “Atlântico”, incorporado em 29 de junho deste ano, no Reino Unido, iniciou viagem rumo ao Brasil no dia 1º de agosto e chegou ao seu porto sede no dia 25 do mesmo mês, após escala no porto de Lisboa, Portugal.

Inserido no Programa Estratégico de “Construção do Núcleo do Poder Naval”, que prevê a substituição gradual dos meios navais e aeronavais com vistas a ampliar a capacidade operacional da Força Naval, a aquisição do PHM “Atlântico” representou mais uma iniciativa bem-sucedida da Marinha do Brasil em proveito de seu reaparelhamento.

Devido à sua versatilidade, o “Atlântico” poderá ser empregado em diferentes missões, realizando Operações de Controle de Área Marítima, Anfíbias, de Paz, de Caráter Humanitário e Logísticas.

Essas possibilidades reforçam, significativamente, o preparo da Marinha do Brasil para executar as Tarefas Básicas do Poder Naval e, consequentemente, para cumprir sua missão constitucional.