Marinha do Brasil realiza Operação ASPIRANTEX 2016

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Desembarque anfíbio a partir do NDCC Garcia D’Avila. (Imagem: Marinha do Brasil)

No dia 18 de janeiro, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Garcia D`Avila suspendeu da Base Naval de Mocanguê, no Rio de Janeiro, dando início à  Operação ASPIRANTEX 2016″, exercício que ocorre até o próximo dia 28 de janeiro e envolve diversos meios navais e aeronavais.

A ASPIRANTEX, que este ano conta com 210 aspirantes, executa exercícios de caráter militar, ligados às tarefas básicas do Poder Naval, para familiarizá-los com a vida no mar e contribuir para a orientação sobre a opção do Corpo (Armada, Fuzileiros Navais ou Intendentes) e a escolha da habilitação militar (mecânica, eletrônica, sistemas e administração).

A programação da ASPIRANTEX conta com duas fases, sendo uma de mar e outra de porto. Durante a navegação, serão realizadas atividades como operações de ataque, de esclarecimento, de apoio logístico móvel, antissubmarino, de superfície, de defesa aeroespacial e de guerra eletrônica, todas de caráter estritamente militar e com participação direta dos aspirantes. Já na fase de porto, os navios atracarão nas cidades de Itajaí e São Francisco do Sul, em Santa Catarina, e na cidade de Santos, em São Paulo, onde irão realizar exercícios de segurança orgânica e estarão abertos à visitação pública.

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Recebimento de helicóptero SH-16 durante exercício da ASPIRANTEX 2016. (Imagem: Marinha do Brasil)

Os meios participantes da ASPIRANTEX 2016 são: o Navio de Desembarque de Carros de Combate Garcia D’Avila com um helicóptero UH-15 (H225M Super Cougar) embarcado; o Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Saboia com um helicóptero SH-16 (Sikorky S-70B)  embarcado; a Fragata Constituição com um helicóptero AH-11ª (Super Lynx); a Fragata Liberal com um helicóptero UH-12 (Esquilo) embarcado; e a Fragata Greenhalgh com um helicóptero UH-12 embarcado.

Também participam da comissão, dando apoio aos exercícios, os seguintes meios: o submarino Tapajó; o Navio-Patrulha Oceânico Apa; o Navio-Patrulha Gurupá; o Navio-Patrulha Babitonga; três carros lagarta anfíbio (CLAnf); e duas aeronaves de combate AF-1 (A-4 Skyhawk), além de duas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB).

Ivan Plavetz