LAAD 2015: Grupo Safran exibe motores, optrônicos e sistemas bélicos

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Motores Arriel e Makila usados nos helicópteros Esquilo e EC 725 (Imagem: Roberto Caiafa)

Presente em 57 países e há quatro décadas no mercado brasileiro, o Grupo Safran participa da LAAD Defence and Security 2015, maior feira de Defesa e Segurança da América Latina, que acontece entre 14 a 17 de abril no Riocentro, reunindo fabricantes e fornecedores de tecnologias, equipamentos e serviços para Marinha, Exército, Força Aérea, forças policiais, forças especiais, segurança interna, gestores de segurança de grandes corporações, concessionárias de serviços e infraestruturas críticas. A feira é um grande palco de fóruns, debates e apresentações do estado da arte em Defesa e Seguranças pública e corporativa.

As quatro empresas brasileiras do Grupo Safran (Turbomeca, Safran Aeronáutica, Morpho e Optovac) estarão presentes no estande que tem, entre os destaques, um painel mostrando a participação das empresas do grupo no programa KC-390, novo avião de transporte militar da Embraer.

A Sagem/Optovac exibe centrais de navegação inercial (Sigma 30 e Sigma 40), usadas em barcos da Marinha; binóculo de visão noturna com infravermelho (JIM LR) e equipamentos de identificação visual em aeronaves (Euroflir 350).

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(Imagem: Roberto Caiafa)

A Turbomeca apresenta suas turbinas de helicópteros Arriel 1 e Makila. Esta última, que equipa os helicópteros EC-725 usados pelas três Forças Armadas brasileiras, é montada em Xerém (RJ), única linha de montagem existente fora da França. O grupo francês tem 80% do seu negócio composto de sistemas aeronáuticos, sendo metade dessa fatia de sistemas de propulsão e motores de avião, fornecidos para todas as empresas aéreas brasileiras. Metade de todos os helicópteros em operação no país é acionada por motores turboélice do Grupo Safran.

O Grupo Safran enxerga grandes oportunidades a serem exploradas no Brasil devido a sua relevância internacional, às perspectivas de crescimento do tráfego aéreo, aos grandes programas da Defesa, aos investimentos governamentais programados na área de segurança e à sucessão de grandes eventos internacionais, como as Olimpíadas de 2016.

Roberto Caiafa