Estagiários do Esquadrão Joker aprimoram técnicas no A-29

0
1627
Imagem 1 EsquadrãoJokerFormação
(Imagem: CECOMSAER)

Os 25 estagiários do 2º/5º GAv, Esquadrão Joker, unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) sediada em Natal (RN), concluem, até o final de novembro, a fase avançada do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA). Atualmente na etapa de formação, os futuros pilotos de combate utilizam a aeronave turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano como plataforma de emprego armado. A formação é coordenada pela Primeira Força Aérea (I FAE).

Os tenentes recebem instruções de operações ar-solo, ar-ar, instruções de combate aéreo, escolta e reconhecimento armado, entre outras. A última etapa é o emprego de bomba real.

Imagem 2 EsquadrãoJokerFormação
Breafing antes do voo de formatura. (Imagem: CECOMSAER)

Além da intensa jornada de voos, diariamente acompanhada por instrutores, os estagiários pilotos dividem as atividades com os estudos. O objetivo é formar e entregar alas operacionais da aviação de caça ao 1º/3º GAv, Esquadrão Escorpião, 2º/3º GAv, Esquadrão Grifo, e 3º/3º GAv, Esquadrão Flecha, sediados em Boa Vista (RR), Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS), respectivamente.

Na fase inicial, os futuros caçadores também fizeram instruções de formatura básica, com a participação de duas e quatro aeronaves, missões de voo por instrumento, voo noturno e formatura, totalizando ao final do curso mais de 100 horas de voo.

“Quando chegamos aqui, o que mais queremos é terminar logo essa parte básica para começar a parte avançada, empregar armamento, fazer Navegação a Baixa Altura (NBA). Para isso é necessário muito preparo, técnica e dedicação”, argumentou o segundo-tenente Renan William Murta.

Imagem 3 EsquadrãoJokerFormação
Estagiário e instrutor se preparam para voo de formatura. (Imagem: CECOMSAER)

De acordo com o comandante do Esquadrão Joker, tenente-coronel Rômulo Coutinho Lucas, os pilotos saem preparados para cumprir sua missão na Aviação de Caça da FAB. “Aqui eles têm contato com todas as missões que vão desempenhar nos esquadrões operacionais. E também desenvolvem diversas habilidades, entre elas, o autocontrole e o autoconhecimento. Isso eles vão aplicar durante toda sua vida operacional”, acrescentou o oficial.

Ivan Plavetz