Corpo de Fuzileiros Navais e a Operação Formosa 2018 (FFE).

0
1759
O exercício envolveu o emprego de aeronaves, veículos blindados, carros lagarta anfíbios (CLAnf), mísseis superfície-ar (MSA), aeronaves remotamente pilotadas (ARP), obuseiros de artilharia e lançadores múltiplos de foguetes ASTROS.

De 21 de setembro a 03 de outubro de 2018, a Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) realizou o exercício ADEST FER II, mais conhecido como Operação Formosa, no Campo de Instrução de Formosa (CIF), pertencente ao Exército Brasileiro, em Goiás.

Considerado o maior adestramento da Marinha do Brasil no Planalto Central, o propósito da operação é manter as condições de pronto emprego dos militares da FFE, particularmente da Força de Emprego Rápido (FER).

O exercício reveste-se de grande importância para o Corpo de Fuzileiros Navais, que, conforme reconhecido na Estratégia Nacional de Defesa, é uma força de caráter expedicionário por excelência.

Tiro de MANPADS Mistral, que é capaz de distinguir o alvo do calor solar.
A FFE/CFN recebeu uma grande quantidade de militares observadores de nações amigas como Estados Unidos (Marines), Paraguai e outros.
O comandante da Marinha do Brasil fala a tropa formada na Pedra de Fogo.
Preparando para atirar com uma Browning MHB 12,7 mm (.50)
Tiro com uma Browning MHB 12,7 mm (.50)

Assim, a manutenção de sua condição de pronto emprego exige treinamentos em variados ambientes operacionais, tais como áreas litorâneas, áreas urbanas, selva, áreas ribeirinhas e cerrado.

Esta condição de prontidão permanente materializa o preparo da Marinha do Brasil para a proteção da Amazônia Azul, além de assegurar a capacidade de atuação em todo espectro das operações e ações de Guerra Naval, atividades de Emprego Limitado da Força e Atividades Benignas, conforme previsto na Doutrina Militar Naval.

O comandante da Marinha do Brasil fala a tropa formada na Pedra de Fogo.

A Operação Formosa 2018 envolveu cerca de 1.600 militares e contou com a participação de Fuzileiros Navais de Marinhas Amigas, tais como Estados Unidos da América e Paraguai.

O exercício envolveu o emprego de aeronaves, veículos blindados, carros lagarta anfíbios (CLAnf), mísseis superfície-ar (MSA), aeronaves remotamente pilotadas (ARP), obuseiros de artilharia e lançadores múltiplos de foguetes ASTROS.

Todos os armamentos e sistemas de armas utilizaram munição real.

No dia 03 de outubro, ocorreu uma Demonstração Operativa (DemOp) que simulou de forma didática a realização de uma Operação Anfíbia.

A DemOp teve o propósito de apresentar ao público uma síntese das principais atividades realizadas pelos Fuzileiros Navais.

Participaram do evento o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho, autoridades da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, além de membros da imprensa, Sociedade Amigos da Marinha, e da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais.