AEB discute com o CLBI projetos e propostas para 2017

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A Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTIC) recebeu a visita do diretor e vice-diretor do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), coronel Paulo Junzo Hirasawa, e tenente-coronel Sidney Miguel Lima, respectivamente.

Na Diretoria de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento, eles discutiram com o diretor Carlos Gurgel e servidores, as propostas e projetos a serem conduzidos em parceria com a AEB no próximo ano.

Entre os projetos tratados estão o Centro Vocacional Tecnológico – CVT Espacial, projeto da AEB em parceria com o CLBI que está previsto para ser inaugurado ainda este ano, em Parnamirim (RN). Durante o encontro, o coronel Junzo convidou o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, a fazer a abertura e ministrar uma palestra, na área espacial, no VI Fórum de Pesquisa e Inovação (FOPI), que acontecerá entre 07 e 09 de novembro, no CLBI.

O professor José Raimundo ressaltou a importância da parceria entre a AEB e o CLBI no projeto do CVT-Espacial, além da relevância para o País e para a educação científica nacional. As palavras do presidente foram atestadas pelo coronel Junzo, que reafirmou a parceria nas áreas técnica, operacional, administrativa e legal definidas na reunião.

(da esquerda para a direita) tenente-coronel Lima, Carlos Gurgel e coronel Junzo (Imagem CCS/AEB)
da esquerda para a direita: tenente-coronel Lima, Carlos Gurgel e coronel Junzo (Imagem: CCS/AEB)

A importância do evento e a afinidade entre o Fórum e o CVT, foram destacadas pelo diretor de satélite, Carlos Gurgel. No encontro ficou decidido que o Fórum será realizado nas instalações do CVT, servindo como teste de ocupação do espaço. A atual situação das obras, instalações e aquisição do mobiliário do centro também fizeram parte do encontro.

Segundo o coronel Junzo, o CLBI tem entre suas missões precípuas “o apoio a atividades de C&T e pesquisa básica, o que está perfeitamente alinhado com a missão e as atividades do CVT-Espacial”, afirmou.

Já o diretor Carlos Gurgel falou das possibilidades de uso do CVT por escolas públicas, particulares, institutos federais, universidades públicas ou particulares (internacionais) e até mesmo em eventos e competições acadêmicas. “O modelo flexível a ser adotado permite uma operação continuada e autossustentável do CVT-Espacial”, concluiu Gurgel.

A reunião foi encerrada com a confirmação de um reencontro no Fórum em Natal, quando serão verificadas as instalações do CVT e confirmada a data de inauguração.

Ivan Plavetz